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quarta-feira, 1 de julho de 2026

China - Com 99 metros de altura, a maior roda-gigante de Beijing entra em operação

 No sábado (27), a roda-gigante "Big Eye Beijing", no parque temático Happy Valley, em Beijing, foi oficialmente inaugurada ao público. 

Com 99 metros de altura, ela quebra o recorde de roda-gigante mais alta de Beijing, tornando-se um marco impressionante no horizonte da cidade e um novo destino turístico romântico para moradores e visitantes. 

No mesmo dia, o Happy Valley também lançou o desfile noturno "Jornada de Sonho", com carros alegóricos, artistas e outras atrações para os visitantes. (Foto: VCG)


Fonte: Diário do Povo Online

terça-feira, 30 de junho de 2026

Você conhece no Japão um museu a céu aberto? - Atrações imperdíveis no Museu a Céu Aberto de Hakone

 Hakone é conhecida por suas inúmeras fontes termais e vistas deslumbrantes do Monte Fuji. Entre seus principais pontos turísticos estão o Lago Ashi, de águas cristalinas, Owakudani, com suas colunas de vapor sulfuroso que jorram para o alto, diversos museus fascinantes e muitas outras atrações.

Localizada a aproximadamente 96 quilômetros a oeste de Tokyo, Hakone é um destino perfeito para uma viagem de um dia.

Uma das atrações imperdíveis de Hakone é o Museu a Céu Aberto de Hakone.



Atrações imperdíveis no Museu a Céu Aberto de Hakone 


Mapa de Hakone



Uma das obras mais populares do Museu ao Ar Livre de Hakone é a Escultura Sinfônica de Gabriel Loire.

A Escultura Sinfônica  é uma torre revestida por vitrais coloridos . Além disso, dentro da torre de vitrais, há uma escadaria circular de 18 metros de altura que leva ao mirante. Sem dúvida, as vistas do parque e das montanhas ao redor são espetaculares.

Escultura Sinfônica de Gabriel Loire – A Obra de Arte Mais Popular no Museu a Céu Aberto de Hakone

Os vitrais produzidos no Loire são chamados de " vidro em placa ". São muito mais espessos e resistentes do que os vitrais utilizados na Idade Média .

A obra de Moore pode ser amplamente categorizada em três temas: mãe e filho, figuras reclinadas e forma interna/externa. Uma adição posterior, que surgiu em sua vida, é o tema do grupo familiar. Ele reflete a experiência de Moore ao se tornar pai.

A escultura "Grupo Familiar " de Henry Moore é fascinante. Ela evoca as emoções profundas do amor humano, dos laços familiares e da proteção de uma nova vida.


A escultura Miss Black Power, de Niki de Saint Phalle, é visível através das árvores de vários pontos do parque. A obra é enorme e de cores vibrantes.

Miss Black Power é uma obra da série Nanas, criada por Niki de Saint Phalle em 1965.

A escultura emana força e confiança. Da mesma forma, a força reside na postura corporal – ereta e reta. Igualmente, a confiança é expressa pelas roupas de cores vibrantes e pela bolsa elegante.


Existem duas esculturas de Milles no Museu ao Ar Livre de Hakone que são absolutamente deslumbrantes. São elas: A Mão de Deus e do Homem e Pégaso .

Pégaso

Milles foi um artista sueco que, ao longo de sua carreira, criou obras de arte ousadas. Mais do que isso, suas esculturas se integravam perfeitamente ao ambiente em que viviam.

A escultura "A Mão de Deus" retrata uma enorme mão humana estendida, com uma minúscula figura humana nua equilibrando precariamente seu peso entre o polegar e o indicador.

No entanto, o que realmente chamará sua atenção é a intensidade com que o ser humano olha para o céu.

Esfera Dentro de Esfera, de Arnaldo Pomodoro é um dos trabalhos mais famosos do Museu a Céu Aberto de Hakone.

Existem outras esferas feitas por Arnaldo Pomodoro. Elas estão espalhadas por todo o mundo.

A superfície da esfera é brilhantemente polida e pode ser vista de longe, reluzindo ao sol. Ao se aproximar, você percebe um rasgo na esfera perfeita. Parece que uma parte dela foi arrancada ou destruída. O rasgo expõe o interior, com outra esfera dentro. Parece um mundo dentro de outro mundo.

                            

Hércules, o Arqueiro de Emile-Antoine Bourdelle é uma obra de arte imperdível.

A figura nua de Hércules transmite uma energia incrível. Cada músculo do seu corpo está contraído ao máximo. Do braço puxando a corda invisível do arco ao pé apoiado na rocha, podemos sentir a força reprimida.


O Salão de Exposições Picasso - A exposição mais famosa do Museu ao Ar Livre de Hakone

A exposição mais notável no interior do museu é uma coleção de criações de Pablo Picasso . Ela inclui mais de 300 obras do artista , entre pinturas a óleo, gravuras, esculturas, cerâmicas e objetos de ouro.

A exposição está organizada em temas específicos, como infância, sexualidade, vida, morte e a paixão de Picasso pelas touradas.


Fonte: https://www.intrepidscout.com/things-to-see-hakone-open-air-museum /fotos:yandex

www.chinatur.com.br

☕ A cultura dos cafés em Shanghai - China

 Shanghai - uma cidade onde tomar café deixou de ser apenas um hábito e virou um estilo de vida urbano.


Quando muitas pessoas pensam na China, imaginam imediatamente chá. E com razão — o chá está profundamente ligado à filosofia, à história e ao cotidiano chinês.

Mas Shanghai conta outra história complementar.

Nas últimas décadas, a cidade se tornou uma das capitais asiáticas do café, criando uma cultura própria que mistura:

  • tradição chinesa;
  • influência europeia;
  • estética contemporânea;
  • inovação tecnológica;
  • vida urbana acelerada.

Em Shanghai, ir a um café muitas vezes significa muito mais do que beber café:
é encontrar amigos, trabalhar, fotografar, desacelerar ou viver um momento de contemplação em meio à cidade.



🌍 Como o café chegou a Shanghai?

O café começou a ganhar espaço durante o período das concessões internacionais, especialmente na região da antiga Concessão Francesa.

No início do século XX, cafés apareciam como espaços de encontro de:

  • intelectuais;
  • comerciantes;
  • artistas;
  • escritores;
  • estrangeiros vivendo na cidade.

Com o crescimento econômico das últimas décadas, Shanghai transformou esse hábito em algo próprio.

Hoje existe uma combinação curiosa:
chá tradicional de manhã, café especial durante o dia e casas de chá sofisticadas à noite.



🏙️ O estilo dos cafés em Shanghai

Cada bairro parece ter sua personalidade.

🎨 Cafés artísticos

Muito presentes em Tianzifang.

Pequenos espaços escondidos entre vielas:

  • decoração vintage;
  • móveis de madeira;
  • arte local;
  • clima intimista.

São lugares onde as pessoas passam horas.


🌳 Cafés da Concessão Francesa

French Concession talvez seja o coração da cultura do café em Shanghai.

Ruas arborizadas, edifícios históricos e muitas fachadas discretas criam um ambiente quase europeu.

Ali é comum ver:

  • mesas externas;
  • pessoas lendo;
  • encontros profissionais;
  • brunchs demorados.


🚀 Cafés futuristas

Em áreas modernas como Lujiazui, aparecem cafeterias com:

  • pedidos por aplicativo;
  • máquinas automatizadas;
  • design minimalista;
  • experiências quase tecnológicas.


Shanghai adora unir tradição e futuro.

☕ O fenômeno do café especial

Shanghai virou referência asiática em cafés especiais.

Os consumidores locais passaram a valorizar:

  • origem do grão;
  • métodos de preparo;
  • torra artesanal;
  • latte art;
  • experiência sensorial.

É comum encontrar:
  • V60;
  • Aeropress;
  • cold brew;
  • cafés de origem única.

Mas há também adaptações bem chinesas.


🍵 Quando o café encontra a tradição chinesa

Um dos aspectos mais interessantes é como os sabores locais entraram nos cardápios.

Você encontra cafés com:

  • jasmim;
  • lichia;
  • osmanthus (flor muito usada na China);
  • gergelim preto;
  • chá oolong;
  • notas inspiradas em sobremesas tradicionais.

Não substitui o chá — dialoga com ele.



📸 O café como experiência estética

Em Shanghai existe um fenômeno curioso: muitos cafés são pensados quase como cenários.

As pessoas valorizam:

  • arquitetura;
  • iluminação;
  • apresentação das bebidas;
  • identidade visual.

Por isso alguns cafés parecem pequenas galerias de arte.

E isso combina perfeitamente com o espírito da cidade:
elegância sem perder movimento.



🌆 Uma cena típica de Shanghai

Imagine o fim da tarde.

Lá fora, bicicletas e pessoas atravessam ruas arborizadas.

Dentro do café:

  • alguém trabalha no notebook;
  • outro lê silenciosamente;
  • amigos conversam;
  • o barista prepara um latte com precisão.
Essa mistura de calma e energia talvez explique por que a cultura dos cafés floresceu tanto em Shanghai.



✨ Curiosidade cultural: apesar do crescimento do café, oferecer chá continua sendo um gesto tradicional de hospitalidade na China. Em Shanghai, muitas cafeterias mantêm água quente e opções de chá como parte natural da experiência.


Tianzifang é um vibrante bairro artístico localizado na antiga Concessão Francesa de Shanghai.

 Hoje vamos passear por um dos cantos mais charmosos e humanos de Shanghai.

Shanghai

🎨 Tianzifang: o bairro artístico e boêmio de Shanghai

Em uma cidade conhecida pelos arranha-céus futuristas e pela grandiosidade de áreas como Lujiazui e The Bund, existe um lugar que segue outro ritmo: mais lento, criativo e intimista.

Esse lugar é Tianzifang (田子坊).

Localizado na antiga Concessão Francesa de Shanghai, Tianzifang é um labirinto encantador de vielas estreitas, casas históricas e pequenos ateliês que revelam um lado mais artístico da cidade.



🏘️ O que é Tianzifang?

Tianzifang nasceu em um conjunto tradicional de casas chamadas Shikumen (石库门) — um estilo arquitetônico típico de Shanghai que mistura influências chinesas e europeias.

Durante décadas, essas construções serviram como residências comuns. Mas nos anos 1990 e 2000, artistas começaram a ocupar os espaços, abrindo estúdios, galerias e oficinas.

Ao contrário de outros bairros históricos que foram completamente remodelados, Tianzifang preservou muito da sua estrutura original e da sensação de bairro vivido.

Caminhar ali dá a impressão de entrar numa Shanghai paralela:

  • roupa secando nas janelas;
  • moradores vivendo em portas ao lado de galerias;
  • aroma de café misturado com comida de rua;
  • pequenas escadas escondidas levando a estúdios e terraços.


🎭 Por que Tianzifang virou símbolo da Shanghai criativa?

Shanghai sempre foi uma cidade de encontros culturais.

No século XX, recebeu forte influência internacional e desenvolveu uma identidade cosmopolita única na China.

Tianzifang acabou representando esse espírito:
tradição + experimentação + vida urbana contemporânea.

Hoje o bairro reúne:

  • galerias de arte;
  • oficinas de cerâmica;
  • lojas de design;
  • fotografia;
  • artesanato;
  • cafés independentes;
  • pequenas livrarias;
  • restaurantes temáticos.

Não é um lugar para “ver monumentos”.
É um lugar para andar sem pressa e descobrir detalhes.


☕ O que fazer em Tianzifang?

1. Perder-se nas vielas

Aqui o melhor roteiro é justamente não ter roteiro.

As passagens estreitas escondem:

  • portas coloridas;
  • pequenas exposições;
  • escadarias;
  • cafés discretos.

Cada curva parece uma descoberta.

2. Experimentar cafés e sobremesas

Tianzifang tem um estilo muito diferente da Shanghai corporativa.

Você encontra desde cafeterias modernas até espaços que parecem salas de estar.

3. Comprar arte e lembranças autênticas

É um dos melhores lugares para:

  • gravuras;
  • cadernos artesanais;
  • cerâmica;
  • pequenos objetos inspirados na cultura chinesa.

4. Visitar no fim da tarde

Quando as luzes começam a acender, o bairro ganha um clima quase cinematográfico.



🧱 A arquitetura Shikumen: alma escondida de Shanghai

Grande parte do encanto está nas construções.

As casas Shikumen possuem:

  • portões de pedra;
  • pátios internos;
  • corredores estreitos;
  • influência das casas tradicionais chinesas combinada com traços europeus.

Elas contam a história da transformação de Shanghai entre o final do século XIX e o início do século XX.

Tianzifang é um dos poucos lugares onde ainda é possível sentir esse passado caminhando.



🌙 Tianzifang de dia ou de noite?

De dia
→ melhor para fotos e observar detalhes arquitetônicos.

Ao entardecer
→ mistura perfeita entre luz natural e iluminação das lojas.

À noite
→ atmosfera boêmia, música e cafés iluminados.



✨ Curiosidade

O nome “Tianzifang” faz referência a Tian Zifang, personagem histórica ligada às artes na tradição chinesa — um nome bastante apropriado para um bairro criativo.

E há um detalhe interessante: apesar do sucesso turístico, parte do bairro continua residencial. Então arte e cotidiano ainda convivem lado a lado.



Para quem viaja com grupos da Chinatur, Tianzifang costuma funcionar muito bem como uma experiência complementar depois dos grandes ícones de Shanghai — quase como descobrir a “cidade secreta” por trás da metrópole.