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sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Bairros de Tokyo: guia para entender a capital japonesa

  Por Filipe Morato Gomes


Para começar, pense em Tokyo como um conjunto diversificado de bairros. São, no total, 23 municípios distintos que atraem personagens de todo o tipo – do workaholic à cosplay. Uma espécie de vizinhos, geograficamente íntimos mas com personalidades muito próprias – quais peças de um puzzle urbano que, no seu todo, formam a capital japonesa.

Tokyo é esse puzzle gigante, cujas principais peças estão unidas através da linha Yamanote, uma linha de metro circular que atravessa boa parte dos principais bairros do centro da cidade.


Principais bairros de Tokyo

Shinjuku

O distrito de negócios por excelência, Shinjuku é uma das zonas mais frenéticas de Tokyo. O bairro tem como epicentro a gigantesca estação de metro (a mais movimentada de todo o país), que está por sua vez rodeada de centros comerciais, lojas de eletrônica e arranha-céus; incluindo o Tokyo Metropolitan Government Office (TMG).

Shibuya

Marcada pelo mais famoso cruzamento do planeta, Shibuya é uma área da cidade com muitas semelhanças a Shinjuku. O bairro é muito movimentado e o ambiente é jovem. Uma espécie de “Times Square de Tóquio”, costuma-se dizer, talvez pelos placards de vídeo que pontuam a paisagem urbana.

Roppongi

De Roppongi diz-se ser o bairro mais procurado pelos expatriados de Tokyo. Consta, também, que tem uma noite vibrante, apenas comparável com a área de Shinjuku, frequentada pela comunidade estrangeira e por jovens japoneses.


Ginza

Apesar das gerações mais novas preferirem bairros como Harajuku, Shibuya, Akihabara e Shinjuku, a verdade é que Ginza continua a ser um dos melhores locais para fazer compras e jantar. Para quem está nessa onda, é em Ginza que se encontram alguns dos melhores department stores – com depachikas deliciosas -, hotéis de luxo, galerias de arte e restaurantes exclusivos.

Marunouchi

O verdadeiro coração de Tokyo, Marunouchi é um distrito de negócios recheado de bancos e escritórios, adjacente a Ginza, com pouco interesse para o viajante. É, no entanto, onde se localiza a JR Tokyo Station, principal hub do transporte ferroviário do país – boa parte dos comboios Shinkansen parte dali 

Asakusa

O bairro de Asakusa fica na parte nordeste do centro de Tokyo – do lado oposto a Shibuya – e é marcado por agradáveis quarteirões do período Edo. Se ouvir alguém falar de ruas ou bairros shitamachi (“old downtown“), estará muito provavelmente a referir-se aos antigos quarteirões residenciais de Asakusa e Ueno.

O Templo Sensoji tem a sua frente a Rua Nakamise Dori, artéria pedonal de acesso ao templo. 


Ueno

Bem ao lado de Asakusa fica Ueno. Trata-se de um bairro que mantém alguma da traça arquitetónica da Tokyo antiga, mas que atualmente é mais famoso pelo seu parque.

O Parque Ueno é uma gigantesca área verde no centro da capital japonesa. Alberga ainda um jardim zoológico, o Templo Kaneiji e museus de relevo como o Museu Nacional de Tóquio. É também um dos lugares favoritos para hanani, o costume japonês de contemplar a sakura (cerejeiras em flor).


Shimokitazawa

Shimokitazawa é um pequeno bairro que, muitas vezes, nem aparece nos guias de viagem nem nas recomendações de bloggers. Trata-se de um bairro com alma vintage, para mentes criativas, pejado de lojas com roupa e outros artigos usados, alguns cafés e nada de arranha-céus.


Fonte: .almadeviajante.com/guia-bairros-de-toquio/fotos:Yandex

Patrimônios Mundiais da Unesco no Japão

 


Patrimônios Mundiais Culturais e Naturais no Japão

Apesar dos seus grandes avanços tecnológicos, o Japão valoriza muito sua cultura, sua história e suas tradições milenares, a maioria delas com um grande significado histórico ou religioso e que curiosamente são praticadas até hoje. É importante para essa nação que esses velhos costumes sejam ainda lembrados no futuro.

Até porque, muitos turistas vão ao Japão, em busca de lugares que possuem uma grande herança cultural, histórica ou espiritual, para que possam experimentar a sensação de estar presente em um cenário tipicamente japonês. Melhor ainda se pudermos sentir esse prazer, sem a necessidade de desembolsar muito dinheiro.


16 Patrimônios Mundiais Culturais e Naturais


Baseados em sua história milenar, cultura tradicional e paisagens naturais, foram escolhidos até o momento, 17 locais como Patrimônio Mundial. Doze deles foram designados como Patrimônios Culturais e quatro se tornaram Patrimônios Naturais por causa das paisagens belas e inspiradoras. Com certeza, são belos lugares para incluir no seu roteiro de viagem ao arquipélago japonês.

Os 13 Patrimônios Culturais da Unesco são:

Monumentos budistas na área de Horyu-ji, Província de Nara (1993)


Horyu-ji fica localizado na cidade de Ikaruga, Província de Nara e se caracteriza por algumas das construções de madeira mais antigas do mundo, construídas entre os anos de 680 a 710. São quatro construções antigas cercadas por construções auxiliares, tais como quartos dos sacerdotes, refeitórios, portões, etc.

Himeji-jo (Castelo de Himeji), Província de Hyogo (1993)


O Castelo de Himeji está entre os 5 castelos mais visitados no Japão. Construído em madeira no início do século XVII, Himeji-jo é um grande exemplo da arquitetura antiga feudal japonesa, pois preserva todas as suas características originais do feudalismo que prevaleceu no Japão até a restauração Meiji, em 1868.

Monumentos Históricos da Antiga Kyoto (Cidades de Kyoto, Uji e Otsu), Província de Shiga (1994)


Os Monumentos Históricos da Antiga Kyoto abrange 17 sítios localizados em três cidades do Japão (Kyoto, Uji e Otsu), como jardins, pavilhões e um castelo. Monumentos designados pela Unesco como Patrimônio Histórico e Cultural:

Kamigamo Jinja, Shimogamo Jinja, To-ji, Kiyomizu-dera, Enryaku-ji, Daigo-ji, Ninna-ji, Byodo-in, Ujigami Jinja, Kozan-ji, Saiho-ji, Tenryu-ji, Kinkaku-ji, Ginkaku -ji, Ryoan-ji, Nishi Hongan-ji, Nijo-jo.

Construído em 794 dC, Kyoto era a capital imperial do Japão até meados do século XIX. É considerada o centro da cultura milenar japonesa, onde podemos notar o desenvolvimento da arquitetura japonesa. É também conhecida por seus belos jardins zen, que acabaram influenciando o paisagismo no mundo todo.


Aldeias Históricas de Shirakawa-go e Gokayama, Províncias de Gifu e Toyama (1995)

As três vilas montanhosas de Ogimachi, Ainokura e Suganuma da região de Shirakawa-go/Gokayama contém muitas casas de campo construídas usando o estilo gassho-zukuri. Os telhados íngremes cobertos de palha dessas casas precisavam resistir a neves fortes que isolavam as vilas mais remotas durante o inverno.

Memorial da Paz de Hiroshima (Genbaku Dome), Província de Hiroshima (1996)


O Genbaku Dome é a única estrutura que ficou de pé na área onde caiu a primeira bomba atômica do mundo no dia 6 de agosto de 1945. O edifício foi originalmente construído em 1915 para ser o Centro de Promoção Industrial de Hiroshima, mas acabou se transformando em um memorial que nos lembra um dia trágico.

Santuário de Itsukushima, Província de Hiroshima (1996)


A ilha de Itsukushima é frequentemente reconhecida por imagens do Torii vermelho e os belos santuários xintoístas que parecem flutuar sobre a água na maré alta, cercados por um belo cenário natural em Hatsukaichi, Hiroshima.


Monumentos Históricos de Nara, Província de Nara (1998)


Os Monumentos Históricos da Antiga Nara engloba oito lugares na antiga capital Nara, província de Nara. As propriedades incluem 26 edifícios designados pelo governo japonês como Tesouros Nacionais, bem como 53 designados como importantes propriedades culturais. 

Santuários e templos de Nikko, Província de Tochigi (1999)




Os Santuários e templos de Nikko abrange 103 construções, conhecidas por seu design arquitetônico, estreitamente associado à história dos shoguns Tokugawa, porém apenas três deles se tornaram Monumentos Culturais: Futarasan Jinja, Rinno-ji, Nikkō Tōshō-gū.

Sítios Gusuku e propriedades relacionadas ao reino de Ryukyu, Província de Okinawa (2000)


A Unesco designou nove locais como Monumentos Culturais, incluindo dois bosques (Seifa-Utaki e Sonohyan-Utaki Ishimon), o Mausoléu Tamaudun, um jardim (Shikinaen Garden) e cinco castelos Gusuku, a maioria dos quais são ruínas (Castelos Nakijin, Zakimi, Katsuren, Nakagusuku e Castelo de Shuri).

Rotas sagradas de peregrinação na Cordilheira Kii (Províncias de Wakayama/Mie/Nara) (2004)


Os sítios e rotas desse Patrimônio Cultural tiveram uma importância histórica e moderna em relação às peregrinações religiosas. A área, com sua abundância de córregos, rios e cachoeiras, ainda faz parte da cultura viva do Japão e é muito visitada para fins religiosos ou caminhadas, com até 15 milhões de visitantes anuais.

Iwami Ginzan Mina de prata e sua Paisagem Cultural, Província de Shimane (2007)


A Mina de Prata Iwami Ginzan foi construída em 1526 por Kamiya Jutei, um comerciante japonês. Era produzido cerca de 38 toneladas de prata por ano no início do século XVII, que correspondia a um terço da produção mundial. O sítio também apresenta rotas usadas para o transporte de minério de prata para o litoral e as cidades portuárias para onde a prata era enviado para a Coréia e China.

Hiraizumi – Templos, Jardins e Sítios arqueológicos que representam a Terra Pura budista, Província de Iwate (2011)


Hiraizumi se caracteriza por um conjunto de templos e ruínas deixadas pela família do guerreiro Fujiwara que governou região Tohoku durante os séculos 11 e 12. O monumento mais famoso é o Hiraizumi Chusonji, um templo budista estabelecido no ano de 850 com um impressionante Salão Dourado. Outros monumentos incluem os templos Motsu-ji, Kanjizaiō-in, Muryōkō-in, Kinkeizan.

Fujisan, lugar sagrado e fonte de inspiração artística (2013)

Em junho de 2013, o Monte Fuji também entrou para a lista da Unesco devido à inspiração que este vulcão despertou em diversas gerações de artistas ao longo dos séculos. Graças à sua representação na arte japonesa, o Fujisan acabou tornando-se um ícone reconhecido não só no Japão, como internacionalmente.

Ilha de Yakushima, Província de Kagoshima (1993)

Yakushima apresenta uma flora rica, com cerca de 1.900 espécies e subespécies, incluindo as amostras milenares do sugi (cedro japonês). Estima-se que uma dessas árvores, conhecida como Sugi Jomon, tenha mais de 7 mil anos de idade. Esta floresta também inspirou o anime Princesa Mononoke, de Hayao Miyazaki.

Shirakami-Sanchi, Província de Akita / Aomori (2003)

Localizado no norte do Japão, esta região montanhosa é uma área protegida, aberto apenas para escaladores de montanha. É necessário pedir permissão para a Gestão Florestal para entrar na área. Lá se encontra a última floresta virgem do Japão, onde vivem ursos pretos, serow e cerca de 87 espécies de aves.

Shiretoko, Província de Hokkaido (2005)


A origem da palavra “Shiretoko” vem do dialeto Ainu “Sir Etok”, que significa “fim da Terra”. É uma das regiões mais remotas em todo o Japão, grande parte da península é acessível apenas a pé ou de barco. O Parque Nacional Shiretoko é um habitat importante para diversas espécies ameaçadas de plantas e animais.

Ilhas Ogasawara, Tokyo (2011)


O Patrimônio abrange mais de 30 ilhas que oferecem uma riqueza de flora e de fauna, incluindo centenas de animais e aves em perigo de extinção e inúmeras espécies de peixes, cetáceos e corais. As ilhas são paradisíacas e desabitadas em sua maioria e estão localizadas a cerca de 1.000 quilômetros ao sul do arquipélago japonês.

Fonte: japaoemfoco.com/patrimonios-mundiais-pela-unesco-no-japao/fotos:yandex


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Guangzhou - China - A fascinante terceira maior cidade da China. Confira!!!

 Tons do antigo Cantão se escondem nas sombras da brilhante Guangzhou. Esta é a terceira maior cidade da China, uma metrópole em expansão e muito diferente da vila que já foi. 


A cidade no Delta do Rio das Pérolas é agora a terceira maior da China, com uma população de 14 milhões e é um centro para a economia em expansão da China. 

Como destino turístico, Guangzhou está rapidamente alcançando Shanghai e Beijing e agora é um dos principais lugares para se visitar na China.


coisas para fazer em Guangzhou

estátuas no jardim da amizade 


Na década de 1880, o missionário wesleyano John Turner descreveu a Ilha Shamian de Cantão como “uma bela ilha, com gramados e jardins floridos na frente, com as casas dos consulados e comerciantes estrangeiros atrás delas, de cada lado de uma avenida de figueiras-de-bengala”.

Estátuas de bronze estão espalhadas entre a vegetação exuberante do Jardim da Amizade.

Admire a arquitetura da Ilha Shamian 

A influência arquitetônica europeia na Ilha Shamian faz dela um local encantador para um passeio a pé. 


Visite a Torre de Cantão


A Torre de Cantão
Torre de Cantão, Guangzhou | Ingressos e Tours - 2024
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 é um destino turístico
com restaurantes, cafés, uma galeria comercial, cinema 4D e mirantes com vistas panorâmicas dos arranha-céus abaixo.


Uma coisa divertida para fazer na Torre de Guangzhou é pular em um casulo do Bubble Tram e circular pela borda do telhado da torre em uma inclinação de 15 graus.

Assistir a uma ópera cantonesa


Durante a Dinastia Ming, a Ópera Cantonesa se tornou a principal expressão artística e é cantada em cantonês. 

Hoje é uma forma de arte tradicional que ainda é popular em Guangdong, Hong Kong e Macau. 

https://travel2next.com/guangzhou-china/