Nas paredes das Grutas de Kizil, no extremo oeste da China, 10 mil m2 de afrescos dos séculos III a IX registram histórias, lendas e a vida cotidiana da época, além dos princípios básicos do budismo e de como ele foi introduzido na China.
A estátua acima de bronze de Kumarajiva, um dos 4 tradutores da sutra budista da China, guarnece a entrada das grutas.
Os murais parecem ter poucas cores, mas são tão profundos e vivos, com um intenso uso do contraste e dotados de uma extraordinária expressividade.
Outra característica é o emprego simultâneo das cores, o teto pode estar decorado com vários losangos, cada um deles com um fundo, distribuídos conforme a combinação de cores.
Fonte: Internet

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