
A lenda
Kuan Yin, Guan Yin ou Guānyīn (觀音) é considerada pelos chineses como a deusa da misericórdia. Eles acreditam que ela era originalmente do sexo masculino até a primeira parte do século XII e evoluiu desde aquela época de seu protótipo, Avalokiteshvara, “o senhor misericordioso da iluminação total”, um bodhisattva indiano que escolheu permanecer na terra para trazer alívio para o sofrimento.
Uma das várias histórias em torno de Guan Yin é que era uma budista que, através de grande amor e sacrifício durante a vida, tinha ganhado o direito de entrar no nirvana após a morte. No entanto, como Avlokiteshvara, enquanto estava diante das portas do Paraíso, ela ouviu um grito de angústia da terra abaixo. Voltando à Terra, renunciou a sua recompensa de bem-aventurança eterna, mas em seu lugar encontrou imortalidade nos corações do sofrimento.
Também encontramos a explicação que ‘Quan Yin’ é uma forma abreviada de um nome que significa ‘aquele que vê e ouve o clamor do mundo humano’. E seu nome para o chinês significa: “Ela que sempre observa ou presta atenção aos sons”, que podemos entender como: ela que ouve orações.
Nenhuma outra figura nos templos chineses, aparece com tanta variedade de imagens, das quais se diz que existem milhares de diferentes encarnações ou manifestações. Mas uma das imagens mais comuns de Quan Yin é de uma mulher descalça e graciosa vestida de belas e brancas vestes flutuantes, com um capuz branco na cabeça e carregando um pequeno vaso de orvalho sagrado.

“Esta Deusa enquanto viveu, percorreu o mundo, viu muita dor e então, jurou proteger e amparar todos os humanos até que o último sofrimento acabe. A MESTRA KUAN YIN TORNOU-SE A INCORPORAÇÃO DA COMPAIXÃO. Ela nos diz que se você cantar seu mantra diariamente, cultivará a compaixão que curará o mundo das mais dolorosas feridas.”
Fonte: China Minha Vida

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