Muitas cidades têm seus próprios lugares significativos, como a Estátua da Liberdade em Nova York, a Torre Eiffel em Paris ou a Praça Vermelha em Moscou. Tokyo, por sua vez, não pode ser imaginada sem Shibuya – a travessia mais charmosa, extraordinária e emaranhada do mundo.
No Japão da década de 1930, Hachikō passou quase 10 anos esperando seu dono voltar do trabalho e por conta disso, ele se transformou em símbolo de lealdade e fidelidade na cultura japonesa. O famoso cachorro também é conhecido em japonês como 忠犬ハチ公 (chuuken hachikō), que pode ser traduzido como ‘fiel cão Hachikō’.
Hoje, ele continua sentadinho olhando para a estação de Shibuya, onde diversos turistas e moradores passam todos os dias – seja para tirar fotos com ele ou para usar como ponto de encontro.
História do cão Hachikō
Para aqueles que não estão familiarizados com a história de Hachikō, ele era um cachorro da raça Akita e era o animal de estimação do professor Hidesaburo Ueno (上野 英三郎) da Universidade de Tokyo.
Todos os dias, Hachikō saía de casa sozinho e ia até a estação de Shibuya para esperar o seu dono retornar do trabalho. O tradicional cotidiano foi interrompido quando Hidesaburo teve um derrame e veio a falecer, enquanto trabalhava na universidade. E foi aí que o fato marcante ocorreu. Após a morte de seu dono em 1925, Hachikō retornou à estação de trem de Shibuya no dia seguinte, como de costume, e todos os dias depois disso pelos anos seguintes, até sua morte em março de 1935.

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