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sexta-feira, 21 de novembro de 2025

Curiosidades, fatos e cultura sobre a Cidade Proibida em Beijing - China


 A Cidade Proibida na China é um complexo palaciano em Beijing que foi residência dos imperadores das dinastias Ming e Qing, servindo como centro político e cerimonial por quase 500 anos. O nome "Proibida" vem do acesso restrito, que era permitido apenas a uma elite, e hoje funciona como um museu (Museu do Palácio) aberto ao público. A arquitetura é um marco da cultura chinesa, com telhados amarelos e uma organização simétrica.

Localização: No centro de Beijing, a capital chinesa. 

Construção: Construída entre 1406 e 1420, durante a dinastia Ming. 

Acesso restrito: O nome "Proibida" se deve ao fato de que apenas a família imperial e oficiais de alto escalão podiam entrar. 

Arquitetura: É um dos maiores complexos palacianos do mundo, com cerca de 980 edifícios e uma área de aproximadamente 180 acres. Caracteriza-se por telhados de azulejos amarelos e paredes vermelhas. 

Função atual: Funciona como o Museu do Palácio e é um Patrimônio Mundial da UNESCO, recebendo milhões de visitantes anualmente. 

Sua construção levou 14 anos e envolveu materiais cuidadosamente selecionados, como o jade extraído em Xinjiang.

O acesso restrito aos plebeus originou seu nome, e a arquitetura seguia princípios cosmológicos, com o número de estátuas nos telhados indicando a importância do edifício, sendo o Salão da Harmonia Suprema o mais importante, com nove delas. 
Curiosidades da Cidade Proibida
Arquitetura e simbolismo:
Eixo central: A cidade é construída sobre um eixo norte-sul, simbolizando a conexão entre o Céu e a Terra.
Número de salas: Abriga cerca de 9.900 salas e mais de 980 edifícios, com a maioria dos espaços ocupados por famílias, servos e concubinas do imperador.
Número de estátuas: O número de estátuas nos telhados indicava a importância do edifício, sendo o Salão da Harmonia Suprema o mais importante, com nove estátuas, o número máximo de estátuas permitidas.
Pisos dourados: O piso principal foi feito com tijolos dourados, assados em fornos especiais para torná-los mais duráveis e bonitos.
  • Construção e materiais:
    • Construção: Levou 14 anos para ser concluída, desde 1406 a 1420, sob o comando do imperador Yongle.
    • Madeira: A madeira usada na construção veio de florestas do sudoeste da China e foi transportada por milhares de trabalhadores.
    • Jardim Imperial: O Jardim Imperial, ao sul do Portão da Tranquilidade Terrena, era a área de lazer particular da família imperial, com cerca de 20 estruturas e mais de 12.000 metros quadrados de área.
  • Vida na Cidade Proibida:
    • Acesso restrito: O nome "Proibida" se deve ao acesso restrito apenas a imperadores e seus familiares, o que também a tornou um centro político e cerimonial do governo chinês.
    • Jantar do imperador: O imperador podia ter acesso a vários pratos, mas a comida geralmente era saudável e disciplinada, com base nas suas necessidades.
    • História e preservação:
    • Preservação: O local foi tombado como Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO em 1987.
    • Revolução Cultural: Durante a Revolução Cultural (1966-1976), a Cidade Proibida foi fechada ao público para protegê-la da destruição.
    • Atração turística: Hoje, a Cidade Proibida é uma das atrações turísticas mais populares do mundo. 

 O Jardim Qianlong, conhecido como o "jardim secreto" dentro da Cidade Proibida de Beijing, foi reaberto ao público no final de setembro de 2025, pela primeira vez em quase um século. 


Detalhes Principais
Localização: O jardim está situado na seção nordeste do complexo do Museu do Palácio (Cidade Proibida).
  • História: Construído na década de 1770 para o Imperador Qianlong como um retiro privado após sua abdicação, o jardim permaneceu intocado e fechado para visitantes por cerca de 100 anos.
  • Restauração: A reabertura ocorreu após um meticuloso projeto de restauração que durou 25 anos, em parceria com o World Monuments Fund.
  • Acesso: Atualmente, apenas partes do jardim estão abertas aos visitantes, e o acesso requer reserva antecipada, como parte das comemorações do centenário do Museu do Palácio. 

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