O valor das ferrovias não está apenas na extensão dos trilhos, mas também na busca pela interconectividade e pelo desenvolvimento compartilhado. As ferrovias chinesas estão injetando um impulso mais forte na modernização mundial.
“A China estabeleceu um novo padrão global para a construção de trens de alta velocidade.” Recentemente, a mídia dos Estados Unidos fez uma análise detalhada do fato de a extensão operacional da ferrovia de alta velocidade da China ter ultrapassado 50 mil quilômetros, afirmando que o sucesso da rede chinesa de trens-bala estabeleceu um exemplo para outros países que buscam aprimorar seus próprios sistemas ferroviários.
“50 mil quilômetros” não é apenas um salto numérico, mas é também um marco da modernização — uma janela que se abre para o mundo compreender a governança da China e a “lista de oportunidades” que a modernização ao estilo chinês oferece ao mundo.
Por trás dos “50 mil quilômetros” está a persistência no “longo prazo”. A construção ferroviária envolve ciclos longos e investimentos avultados; somente com planejamento antecipado é possível avançar de forma científica.
Nesse processo, a China aproveitou as vantagens de seu novo sistema nacional, integrou “indústria, academia, pesquisa e aplicação” e transformou o maior mercado mundial de trens de alta velocidade no mais poderoso campo magnético de inovação.
Foi justamente essa força institucional coesa que permitiu à China não apenas romper barreiras tecnológicas, mas também realizar uma transformação notável — de seguidora a líder — em áreas como trens inteligentes e trens verdes, verdadeiras “zonas inexploradas”.
A mídia internacional analisou a “capacidade de foco” da China: isso não representa apenas uma conquista, mas também um modo de pensar — “o resultado de um país que constrói pensando no próximo século, e não na próxima eleição”.
Por trás dos “50 mil quilômetros” brilha o valor fundamental de colocar o povo em primeiro lugar. Somente durante o período do 14º Plano Quinquenal, 128 condados — como Fuping, Badong e Longzhou — encerraram a história de não terem acesso ao trem de alta velocidade.
A China se empenha em levar o trem de alta velocidade às regiões antigas, montanhosas e menos desenvolvidas, planejando uma visão ampla de coordenação regional e prosperidade comum. A solene promessa de que “ninguém ficará para trás no caminho da modernização” está se desdobrando por vastas extensões do território.
Isso demonstra de forma profunda que a China não apenas possui a capacidade de planejar a longo prazo e executar o que promete, como também mantém firmemente os princípios de abertura, inclusão e ganhos mútuos, injetando continuamente uma força poderosa na construção de uma comunidade com futuro compartilhado para a humanidade.
Texto na íntegra: portuguese.people.com.cn/n3/2026/0121/c309806-20416835.html

Nenhum comentário:
Postar um comentário