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quinta-feira, 2 de abril de 2026

Mais dispositivos inteligentes são utilizados no setor de serviços domésticos da China

 

Funcionários realizam treinamento e coleta de dados em um robô humanoide no Centro de Treinamento de Dados para Robôs Humanoides de Qingdao, no distrito de Laoshan, em Qingdao, província de Shandong, leste da China, em 23 de março de 2026. (Foto: Li Ziheng/Xinhua)

Quando um recém-nascido se mexeu durante a noite, um sensor preso à borda da fralda entrou silenciosamente em ação, detectando odores, captando sensações e registrando dados.

Em questão de minutos, a pulseira da cuidadora vibrou, recebendo as informações mais recentes sobre o bebê, incluindo a necessidade de trocar a fralda e sinais de desconforto estomacal do lactente.

Este dispositivo, desenvolvido em conjunto por uma empresa de serviços domésticos da província de Anhui (leste da China) e uma empresa de inteligência artificial, combina a detecção de umidade com sensores de odor de alta sensibilidade.


A empresa espera que, futuramente, essa tecnologia possa atender a outro grupo demográfico: os idosos frágeis que necessitam de cuidados constantes.

Tais experimentos ilustram o uso crescente da inteligência artificial no vasto setor de serviços domésticos, um setor tradicionalmente intensivo em mão de obra.


Os robôs também estão entrando em cena. Em casas de repouso e residências particulares de diversas cidades chinesas, um robô de companhia, conhecido como Xiaoli, monitora a pressão arterial e os níveis de oxigênio, alerta os familiares quando detecta situações incomuns e oferece companhia e conversa aos residentes que se sentem solitários.


Fonte: Diário do Povo Online

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