Quando um recém-nascido se mexeu durante a noite, um sensor preso à borda da fralda entrou silenciosamente em ação, detectando odores, captando sensações e registrando dados.
Em questão de minutos, a pulseira da cuidadora vibrou, recebendo as informações mais recentes sobre o bebê, incluindo a necessidade de trocar a fralda e sinais de desconforto estomacal do lactente.
Este dispositivo, desenvolvido em conjunto por uma empresa de serviços domésticos da província de Anhui (leste da China) e uma empresa de inteligência artificial, combina a detecção de umidade com sensores de odor de alta sensibilidade.
A empresa espera que, futuramente, essa tecnologia possa atender a outro grupo demográfico: os idosos frágeis que necessitam de cuidados constantes.
Tais experimentos ilustram o uso crescente da inteligência artificial no vasto setor de serviços domésticos, um setor tradicionalmente intensivo em mão de obra.

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