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segunda-feira, 12 de outubro de 2026

Japão: os costumes que todo viajante precisa conhecer antes de viajar

 Antes de viajar para o Japão, conhecer os costumes locais é tão importante quanto escolher os hotéis, organizar os passeios e comprar as passagens. 

A cultura japonesa valoriza o respeito, a consideração pelo próximo, a organização dos espaços coletivos e a atenção aos pequenos gestos.

O turista brasileiro não precisa conhecer todas as regras de antemão nem ter medo de cometer algum deslize. O mais importante é viajar com curiosidade, observar os hábitos locais e demonstrar respeito pelas tradições do país.

A importância do respeito e da educação

Uma das primeiras características que chamam a atenção dos visitantes é a importância atribuída à cortesia na sociedade japonesa.

Cumprimentar com educação, falar em tom moderado, respeitar a vez de cada pessoa e evitar incomodar os outros são atitudes valorizadas em diferentes situações do cotidiano.

Dica para o brasileiro: um sorriso, um agradecimento sincero e uma atitude respeitosa já ajudam muito. Uma leve inclinação da cabeça pode acompanhar um cumprimento, mas não é necessário imitar formalmente todos os gestos japoneses.

Tirar os sapatos: um costume importante nas casas japonesas

No Japão, retirar os sapatos antes de entrar em determinados ambientes é uma prática tradicional associada à limpeza e ao respeito pelo espaço interior.

Isso é comum em residências, em muitas hospedagens tradicionais (ryokan), em algumas salas com tatame e em determinados restaurantes e espaços culturais.

O que o turista precisa saber:

  • Observe se os anfitriões ou outros visitantes retiram os sapatos.

  • Se houver chinelos disponíveis, utilize-os conforme a orientação do local.

  • Não caminhe com chinelos comuns sobre o tatame, salvo se as regras do estabelecimento permitirem.

  • Em alguns locais, há chinelos específicos para os banheiros.

É um gesto simples, mas demonstra que o visitante compreende e respeita os hábitos locais.

Silêncio, limpeza e cuidado com os espaços públicos

O cuidado com os espaços coletivos é um aspecto importante da vida cotidiana japonesa. Ruas, estações, jardins e áreas públicas frequentemente apresentam regras claras para circulação, descarte de resíduos e convivência.

Isso não significa que todas as cidades sejam iguais ou que não existam problemas de limpeza. Significa que o visitante deve prestar atenção às orientações de cada local.

O que fazer durante a viagem:

  • Leve consigo o lixo quando não encontrar uma lixeira apropriada.

  • Separe os resíduos conforme as indicações disponíveis.

  • Evite falar alto em transportes públicos e locais de contemplação.

  • Não bloqueie calçadas, entradas ou passagens para fotografar.

  • Respeite as sinalizações e as áreas de acesso restrito.

Em algumas regiões turísticas, encontrar uma lixeira pública pode ser mais difícil do que no Brasil. Ter um pequeno saco para guardar temporariamente o próprio lixo pode ser útil.

Se você tem tatuagens, confirme a política do onsen antes de reservar. Existem estabelecimentos com opções privativas, que podem ser uma alternativa confortável para determinados viajantes.

Onsen: o que saber antes de entrar em um banho termal japonês

Os onsen, banhos de águas termais, são uma das experiências culturais mais conhecidas do Japão. Muitos estão em regiões montanhosas e em hospedagens tradicionais.


Entretanto, há regras que o turista precisa conhecer antes de participar dessa experiência.


As principais orientações são:

  1. Tome banho e lave o corpo antes de entrar na água termal.

  2. Em banhos tradicionais compartilhados, normalmente não se utiliza roupa de banho, seguindo as regras do estabelecimento.

  3. Não mergulhe toalhas na água.

  4. Evite nadar, brincar ou fazer barulho.

  5. Siga as instruções sobre cabelos compridos, áreas separadas por gênero e utilização das instalações.

E quem tem tatuagens?

Alguns estabelecimentos ainda restringem a entrada de pessoas tatuadas, enquanto outros aceitam tatuagens ou permitem cobri-las quando possível. As regras variam.


Aprender algumas expressões demonstra interesse pela cultura e pode facilitar situações do dia a dia.

Viajar para o Japão é também aprender uma nova maneira de olhar o mundo

Conhecer o Japão é muito mais do que visitar templos, admirar o Monte Fuji, passear por ruas históricas ou experimentar uma gastronomia reconhecida internacionalmente. É também entrar em contato com uma cultura que atribui grande importância à convivência, à atenção aos detalhes e ao respeito pelos espaços compartilhados.

Para o turista brasileiro, compreender esses costumes permite aproveitar melhor cada experiência: desde a viagem de trem até uma refeição tradicional, desde a visita a um santuário até uma conversa com os moradores.


Fonte: texto e fotos-IA

segunda-feira, 28 de setembro de 2026

China - Beijing: quando pensamos na Cidade Proibida normalmente imaginamos cerimônias grandiosas, mas a maior parte do tempo era feita de rotina, disciplina e regras extremamente rígidas.

  Como era um dia comum dentro do palácio imperial

Viver dentro da Cidade Proibida significava morar no centro do poder… mas também dentro de um mundo fechado.

Para um imperador, um dia comum raramente era livre.


Antes do amanhecer: o império acordava cedo

O dia começava muito cedo — muitas vezes antes das 5 da manhã.

Servos e eunucos já circulavam silenciosamente pelos corredores preparando roupas, documentos, refeições e o ambiente para a primeira audiência.

O imperador não escolhia a roupa simplesmente pelo gosto:

  • havia vestimentas para reuniões;
  • roupas para cerimônias;
  • cores específicas para cada ocasião;
  • regras rígidas de etiqueta.
O Imperador Yongle ordenou a construção da Cidade Proibida.

Até a ordem em que os objetos eram apresentados tinha significado.

Pintura equestre do Imperador Qianlong (reinou de 1735 a 1796), pintada por Giuseppe Castiglione.

Cixi: a concubina que se tornou a última imperatriz da China

O início da manhã: governar era obrigação diária

Depois dos preparativos, começava a parte política.

Funcionários do governo chegavam com:

  • relatórios das províncias;
  • questões militares;
  • impostos;
  • pedidos oficiais;
  • notícias das fronteiras.

Durante as dinastias Dinastia Ming e Dinastia Qing, muitos imperadores passavam horas analisando documentos e emitindo decretos.

Em certos períodos, governar significava ler centenas de memorandos por dia.


Meio da manhã: cerimônias e rituais

Na corte imperial quase tudo era ritual.

Audiências oficiais podiam ocorrer nos grandes salões, especialmente em ocasiões especiais.

Cada pessoa sabia:

  • onde ficar;
  • quantos passos dar;
  • quando se curvar;
  • quando falar.

Errar a etiqueta podia trazer punições severas.

O almoço imperial não era um banquete diário

Existe uma ideia de que os imperadores comiam festas gigantes todos os dias.

Na realidade, as refeições eram organizadas com muito protocolo.

Pratos eram preparados por cozinhas especializadas e servidos em sequência controlada.

Muitos imperadores comiam relativamente pouco, mas tinham uma enorme variedade disponível.

Entre os ingredientes mais valorizados estavam:

  • pato;
  • peixes de água doce;
  • legumes sazonais;
  • sopas elaboradas;
  • doces refinados.

Enquanto isso: a vida invisível do palácio continuava

Para cada momento do imperador, milhares trabalhavam nos bastidores.

Havia:

  • cozinheiros;
  • guardas;
  • jardineiros;
  • artesãos;
  • funcionários administrativos;
  • eunucos responsáveis por protocolos internos.

Muitos passavam anos sem sair dos muros do palácio.

Para as mulheres da corte, especialmente concubinas, a vida podia ser ainda mais restrita — com horários, hierarquias e visitas cuidadosamente controladas.


Anoitecer: o palácio ficava surpreendentemente silencioso


Quando o sol desaparecia, a Cidade Proibida mudava completamente.

Os grandes pátios ficavam quase vazios.

Lanternas iluminavam corredores vermelhos e dourados.

Portões internos eram fechados.

E, atrás das muralhas gigantes, continuava uma cidade secreta onde milhares de pessoas viviam sem que o restante do império pudesse vê-las.

Talvez esse seja um dos aspectos mais fascinantes da Cidade Proibida: ela parecia um lugar de liberdade absoluta para o imperador — mas, na prática, até ele vivia cercado por regras.

Fonte:IA/fotos:web

www.chinatur.com.br

História, Cultural e Filosófica do Hot Pot de Sichuan - China

 O Hot Pot de Sichuan não é apenas comida: ele fala sobre filosofia, convivência, geografia, medicina tradicional e até sobre a forma como os chineses entendem o equilíbrio da vida.

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🍲 O Hot Pot de Sichuan: quando cozinhar juntos se torna uma filosofia

O famoso Hot Pot nasceu na região de Sichuan e se desenvolveu entre comerciantes, trabalhadores e comunidades que viviam próximas aos rios do interior da China.

Mas sua essência vai muito além do sabor.

Na mesa do Hot Pot existe uma ideia central:

ninguém recebe o prato pronto — todos constroem a refeição juntos.

E isso diz muito sobre a cultura chinesa.


🌊 Das margens dos rios para a alma da China

Uma das versões mais conhecidas da origem conta que trabalhadores dos portos e navegadores que circulavam pelo alto curso do Rio Yangtzé precisavam de refeições:

  • rápidas;
  • quentes;
  • econômicas;
  • compartilháveis.

Eles colocavam uma panela sobre o fogo e cozinhavam juntos:

  • vegetais;
  • vísceras;
  • carnes;
  • raízes;
  • especiarias.

Não havia hierarquia na panela.

Todos participavam.

Essa ideia de refeição coletiva permaneceu até hoje.


☯️ A filosofia do equilíbrio dentro da panela

Aqui começamos a entrar no pensamento chinês.

O Hot Pot conversa muito com princípios do Filosofia Chinesa e especialmente com o Yin e Yang.

Observe os contrastes:

Yang ☀️Yin 🌙
CalorFrescor
PimentaVegetais
EnergiaDescanso
MovimentoEquilíbrio

Na mesa, os ingredientes normalmente se equilibram.

Carne forte → acompanhada de vegetais.
Caldo intenso → acompanhado de alimentos suaves.

Comer não significa excesso.

Significa harmonia.


🌶️ O mistério da pimenta: por que Sichuan gosta tanto do picante?

Essa é uma pergunta clássica dos turistas.

O sabor de Sichuan não busca apenas “arder”.

Na tradição local, existe influência da visão da Medicina Tradicional Chinesa.

A região possui clima frequentemente úmido.

Historicamente acreditava-se que alimentos quentes e especiados ajudavam a:

  • estimular circulação;
  • criar sensação de aquecimento;
  • equilibrar o corpo em ambientes úmidos.

Por isso o famoso conjunto:

🌶️ pimenta vermelha
🌿 pimenta-de-Sichuan (huājiāo)

A sensação não é apenas ardor — é aquele formigamento característico chamado de má là (麻辣):

  • má (麻) → dormência, formigamento
  • là (辣) → picância

Juntos criam uma experiência quase meditativa do paladar.


👨‍👩‍👧‍👦 O Hot Pot como ritual social


Na China existe um detalhe bonito:

Muitas conversas importantes acontecem em volta de uma mesa.

Negócios.
Família.
Amizades.
Reencontros.

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No Hot Pot ninguém termina antes.

Todos ajustam o ritmo ao grupo.

Existe quase uma ética silenciosa:

  • esperar;
  • compartilhar;
  • oferecer;
  • servir o outro.
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Isso lembra um pouco ideias do Confucionismo:
harmonia social através dos pequenos gestos cotidianos.


🍵 O que um morador de Chengdu talvez diria…

Se perguntarmos por que eles gostam tanto de Hot Pot, talvez a resposta não seja:

“Porque é gostoso.”

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Mas algo como:

“Porque sentar junto e cozinhar junto faz a vida ficar mais lenta.”

E isso combina muito com o espírito de Chengdu — uma cidade que valoriza conversar, tomar chá e permanecer à mesa sem pressa.




Chinatur - 11 98149-5847 
CEO Chinatur - Eng. M. Sc. Sokan Kato Young

/ 11 98327-0322
Nicolass Young
Gerente de Operações Business

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Falar de Shanghai é falar de uma cidade que nunca dorme — um lugar onde energia, comércio, tecnologia e ambição se movem juntos como um gigantesco coração urbano.

 


Muitos a descrevem como “Shanghai: Cidade da Vitalidade”, uma metrópole que pulsa 24 horas por dia entre o movimento do mar e o brilho do capital financeiro.

Shanghai é hoje uma das cidades mais dinâmicas do planeta. Às margens do rio Huangpu e voltada para o delta do Yangtzé, ela representa a união perfeita entre tradição chinesa e modernidade global. Arranha-céus futuristas, centros financeiros gigantescos e um dos maiores portos do mundo formam o cenário de uma cidade que vive em permanente movimento.


Em 2025, o volume de transações do mercado financeiro de Shanghai ultrapassou 40 trilhões de yuans, injetando capital e dinamismo no desenvolvimento industrial.

Os parques de inovação tecnológica são as “células inovadoras” da indústria de Shanghai. Em média, 320 novas empresas de tecnologia surgem ali todos os dias, e em 2025 o volume de transações tecnológicas atingiu quase 650 bilhões de yuans.


 O coração financeiro da cidade bate em Lujiazui, no distrito de Pudong.

Esse bairro, que até os anos 1990 era composto por armazéns e áreas industriais, transformou-se em uma das paisagens urbanas mais icônicas do mundo.

Ali se concentram:

  • a Shanghai Tower, um dos edifícios mais altos do planeta

  • o Shanghai World Financial Center

  • a famosa Oriental Pearl Tower

Dentro desses edifícios trabalham milhares de analistas, investidores e executivos. Nos painéis digitais das bolsas e bancos, números mudam a cada segundo — indicadores financeiros, fluxos de investimento e negociações internacionais.

É como se a economia chinesa tivesse um pulso visível, onde cada transação faz a cidade vibrar.


Shanghai é hoje uma das cidades mais dinâmicas do planeta. Arranha-céus futuristas, centros financeiros gigantescos e um dos maiores portos do mundo formam o cenário de uma cidade que vive em permanente movimento.


Mas essa vitalidade pode ser percebida em um lugar simbólico:
o Porto de Shanghai, onde os números da economia chinesa pulsam como um coração financeiro.

O porto de Shanghai é o mais movimentado do mundo, movimentando dezenas de milhões de contêineres por ano e conectando mais de 600 portos internacionais.

Somente o terminal de Yangshan movimentou mais de 14 milhões de TEUs em apenas seis meses de 2025, representando mais da metade do volume total do porto da cidade.


O impressionante é que esse fluxo nunca para:

  • navios chegam da Europa, África e Américas

  • barcaças conectam o porto às cidades do interior da China

  • sistemas automatizados movimentam contêineres com precisão milimétrica

Ali, a vitalidade de Shanghai se manifesta como movimento constante, como se o planeta inteiro respirasse através daquele porto.


✨ Shanghai é vitalidade pura:

  • o brilho das torres de Pudong à noite,

  • o trânsito incessante de navios no mar,

  • os números que piscam nas bolsas financeiras.

Tudo se move.
Tudo pulsa.
Tudo acontece ao mesmo tempo.


Esse entusiasmo é fruto de um trabalho constante ao longo dos anos. Em 2025, Shanghai recebeu 9,3602 milhões de visitantes internacionais, com US$ 14,835 bilhões em receitas cambiais do turismo - ambos recordes históricos. 

As vendas relacionadas ao sistema de tax free na saída do país representaram quase metade do total nacional, enquanto Shanghai permaneceu em primeiro lugar no ranking de cidades chinesas mais populares para concertos em 2025.

Da preservação do patrimônio cultural às experiências tecnológicas, Shanghai tem a cultura como alma e a abertura ao mundo como asas, permitindo que a integração entre cultura e turismo continue florescendo com vitalidade.



Fonte: Diário do Povo Online-IA/fotos:yandex