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quinta-feira, 18 de julho de 2024

Passeios pelos Hutongs em Beijing

 


Caminhar entre os hutongs é como viajar de volta no tempo para os dias da China Imperial, quando a vida de uma família chinesa típica raramente se aventurava além das paredes de suas casas com pátio. Devido ao seu layout e estrutura estritamente definidos, os hutongs se tornaram um símbolo orgulhoso da velha Beijing.


Explorar  o huitong de Beijing é uma experiência imperdível. Faça um passeio a pé ou de bicicleta e mergulhe fundo neste mundo alternadamente desorganizado e gentil, mas sempre mágico. O melhor de tudo é simplesmente sair das estradas principais no centro de Beijing e entrar nos becos que cercam a cidade dentro do 2nd Ring Rd. Perder-se faz parte da diversão de explorar o hutong, e você não precisa se preocupar em encontrar o caminho de volta porque você nunca estará longe de uma estrada principal.


Bom saber e o que não perder

  • Experimente fazer um passeio de riquixá pelos hutongs estreitos. É o mais perto que se chega de vivenciar os hutongs dos velhos tempos. 

  •  Permita-se perder no labirinto de hutongs; mergulhe na história. 

  • Uma das seções mais históricas é a área logo ao sul da Torre do Tambor (Shichahai). 

  • A maioria dos hutongs é acessível por metrô. Consulte um mapa turístico para informações detalhadas sobre a rota.


  • Fonte: westchinatour.com/beijing/beijing-hutong-tour.html

  • www.chinatur.com.br

terça-feira, 8 de outubro de 2019

Turismo em Beijing - Como é a Cidade Proibida, em Beijing?

Ela já não é tão proibida assim, porque permite a visita de turistas. Mas continua guardando segredos de centenas de anos atrás.

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Construída de 1407 a 1420, ela foi concebida para ser o lar dos imperadores chineses – inicialmente, da disnatia Ming e, depois, da Qing. A Cidade foi toda construída segundo os preceitos feng shui, a milenar arte chinesa de harmonizar ambientes.
Fonte do vídeo: Amazing Places on Our Planet

Com exceção da família do regente e seus empregados, ninguém sabia o que se escondia atrás de seus muros de 10 m de altura, circundados por um fosso com água de 52 m de largura. O mistério acabou em 1924, após a revolução que tornou o país uma república. A área de 720 mil m2 reúne aproximadamente 8 mil cômodos, distribuídos em cerca de 800 prédios luxuosos, que hoje foram convertidos no Museu do Palácio Imperial.
Confira no infográfico acima a localização dos pontos destacados abaixo:
1) GUERRA E PAZ Em várias épocas, a Galeria da Eminência Militar foi usada pelo imperador para receber ministros e reunir a corte. Virou uma espécie de setor de análise estratégica em tempos de guerra. Hoje, abriga a Galeria de Pintura – com a maioria das obras de arte feita no palácio.
2) O DRAGÃO REINA O principal templo é a Galeria da Harmonia Suprema, que era reservada para cerimônias importantes, como coroações e aniversários do imperador. Apenas ele podia entrar pela rampa de mármore adornada com esculturas de dragões. Até hoje estão no salão os carrilhões musicais de jade e o Trono do Dragão, de onde o imperador emitia suas decisões absolutas.
3) SABER POR ESCRITO A Galeria da Glória Literária abrigava todo o acervo tipográfico do palácio, de livros sagrados a relatórios dos imperadores, e era palco das leituras cerimoniais realizadas pelos respeitados estudantes do confucionismo (um sistema filosófico chinês). Atualmente, a área reúne 429 peças de cerâmica do palácio – é a chamada Galeria de Cerâmica.
4) HÁ VAGAS O regente usava o Salão da Harmonia Preservada como vestiário antes de rituais. Aqui, ele saudava convidados e discursava para os filhos que tinha com suas esposas e muitas concubinas. Outra função era receber alguns banquetes e os exames palacianos – uma espécie de concurso que selecionava cidadãos para altos cargos governamentais. Já no Palácio da Tranquilidade Terrestre, logo atrás, acontecia os casamentos imperiais, em uma câmara inteiramente pintada de vermelho.
5) A CASA VIROU GABINETE Na dinastia Ming e no início da dinastia Qing, o Palácio da Pureza Celestial era a residência do imperador e da imperatriz. Depois de subir ao trono, Yongzheng, o terceiro imperador dos Qing, mudou sua residência para o Salão do Culto Mental e este palácio virou seu escritório. Até hoje, acima do trono, há uma placa em que se lê: “Justiça e transparência”.
6) O ZEN DA NATUREZA O Jardim Imperial era um dos poucos lugares aonde as pessoas enclausuradas no complexo podiam ir para relaxar. Rodeado de lagos, pinheiros, flores e bambu (símbolos clássicos da jardinagem chinesa), o local recebia praticantes de meditação e famílias, que se reuniam para jogar xadrez ou tomar chá.
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CONSULTORIA Mário Bruno Sproviero, historiador da USP
FONTES Sites BBC, O Estado de S.Paulo, Travel China Guide, dpm.org.cn, Super Interessante

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Viagem a Pequim (Beijing) - China

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A capital da República Popular da China, Beijing (conhecida também por Pequim) é um dos destinos mais visitados do Mundo, devido ao seu imenso passado histórico e cultural.

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Pequim, oficialmente designada como Beijing (em mandarim, capital do Norte), a segunda maior urbe do país (depois de Shanghai), é o centro político, cultural e intelectual da China. Com um passado imenso, encontra-se muito bem representada nas listas do Patrimônio Mundial da UNESCO, que integram monumentos incontornáveis, como a Cidade Proibida, a Grande Muralha, o Palácio de Verão ou o Templo do Céu.

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Grande Muralha
A Grande Muralha é um símbolo da civilização chinesa, e uma das maravilhas que o povo chinês criou. Badaling da Grande Muralha, a parte mais representativa, foi promovido como uma relíquia cultural nacional chave, protegido sob a aprovação do Conselho de Estado em 1961. Em 1988, ele foi alistado no diretório do Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO. Em 7 de julho de 2007, ele ganhou a reputação em todo o mundo mais uma vez: foi listada entre as Novas Sete Maravilhas do Mundo

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Palácio de Verão
Localizado a 12 quilômetros do centro, as principais atrações do grande parque encontram-se junto ao amplo lago Kunming. Lá estão a ponte de dezessete arcos e suas dezenas de leões de mármore sobre as balaustradas; o Longo Corredor, em cujos 700 metros estão pintadas milhares de cenas sobre a mitologia e história chinesas e a Colina da Longevidade e suas dezenas de pavilhões e edifícios históricos, como o Baoyun Ge e o Foxiang Ge. Um pouco mais a oeste está o Navio de Mármore.

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Ninho do Pássaro
Uma construção para apreciar e onde decorreram as principais provas olímpicas, conhecido por Bird’s Nest devido à sua forma a lembrar um ninho.

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Torre CCTV
Uma obra de arte em forma de edifício, que veio alterar a silhueta da cidade. É a sede da televisão do Estado, desenhada por Rem Koolhaas, detentor do mesmo prêmio e de cujo curriculum fazem parte desde o projeto da portuense Casa da Música ao Museu Guggenheim de Las Vegas.

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National Grand Theatre
National Center for the Performing Arts ou Grand National Theatre mais conhecido como “Ovo”, merece uma visita. Foi concebido pelo arquiteto francês Paul Andreu e fica perto da conhecida e monumental Praça de Tiananmen. É uma estrutura gigantesca de forma oval, acolhe uma sala de ópera com capacidade para 2400 espectadores, uma sala destinada ao teatro e outra a concertos e, ainda, um espaço de exposições.

Cidade Proibida
Cidade Proibida
No centro de Beijing, num dos lados da Praça de Tiananmen, a Cidade Proibida é um conjunto monumental incontornável. Residência dos imperadores chineses durante, aproximadamente, cinco séculos, foi convertida em museu e restaurada para os Jogos Olímpicos de 2008. O título de Cidade Proibida surgiu pelo fato de somente o imperador, a sua família e empregados especiais terem autorização para entrar no conjunto de prédios do palácio. Trata-se de uma cidade dentro de outra cidade. O complexo consiste em 980 edifícios sobreviventes, com 8707 secções de salas, e tem cerca 720 000 metros quadrados!

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Templo do Céu

O Templo do Céu, ou Tian Tan em chinês, não é um templo no sentido comum da palavra, mas um conjunto de edificações. Foi quase todo construído durante a Dinastia Ming (1368-1644). Sua construção iniciou-se no ano de 1420. Em 1998 foi considerado como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. O Templo do Céu ocupa uma área de cerca de 3 milhões de metros quadrados. São 1.700 metros no eixo Leste-Oeste e 1.600 metros no eixo Norte-Sul. A maior parte é coberta de vegetação.

Tumbas da Dinastia Ming
Tumbas da Dinastia Ming
Ficam a 50 quilômetros de Beijing, próximas da colina de Tianshou. A construção tem cerca de 40 quilômetros quadrados, demorou 200 anos para ser concluída e tudo foi feito de acordo com as teorias do feng shui. Aqui estão sepultados 13 imperadores da dinastia Ming, cerca de 23 imperatrizes, príncipes, princesas e concubinas que viveram entre o período de 1368 e 1644. Na superfície foram construídos palácios, pavilhões, etc. Cada imperador tem o seu próprio mausoléu e as tumbas contam a história dos 13 imperadores que governaram a China durante 230 anos.

UCCA
Há vários espaços onde pode conhecer a arte contemporânea chinesa, alvo de crescente interesse por parte de colecionadores e especialistas. Um deles é o UCCA, Ullens Center for Contemporary Art, instituição sem fins lucrativos inaugurada em 2007.

Também sem fins lucrativos, o Today Art Museum acolhe uma coleção de cinco mil trabalhos de nomes consagrados e novos valores, além de exposições temporárias. A Galleria Continua, “parente” das congêneres italiana e francesa, é mais uma morada obrigatória, tal como o 798 Art District, área dedicada à cultura, com estúdios de artistas e galerias.



Informações úteis



Moeda

Renminbi yuan (CNY)


Idioma

Mandarim (mas pode comunicar em inglês).


Documentos

Passaporte com validade mínima de seis meses e visto de turista.


Fuso horário

+ 8 horas no verão; + 7 horas no inverno.



Onde comer


Black Sesame Kitchen

TRB – Temple Restaurant Beijing

Haidilao Hot Pot

The Cut Steakhouse

Jin Ding Xuan Jiulou

Peking Duck Private Kitchen

Najia Xiaoguan

Dadong Roast Duck (Dongsi)

The Moment

In & Out

Dali Courtyard

Taste – The Delights of Yunnan Flavor

Kempinski Deli


Melhores locais para compras



Rua Nurenjie, bairro de Chaoyang

Aqui concentram-se alguns do melhores mercados da cidade.


Mercado de Yashou

O melhor lugar para comprar jeans, bolsas e sapatos, tudo devidamente falsificado.


Fashion Mall

Este shopping de seis andares e 300 lojas, de designers modernos chineses e marcas internacionais.


The Place

Um dos shoppings mais modernos da cidade.

Fonte: Internet



quarta-feira, 14 de junho de 2017

Turismo na China - Parque Jing Shan em Pequim: vista privilegiada da Cidade Proibida

Os jardins do parque Jing Shan são bem antigos, faziam parte da Cidade Proibida, e apesar dos seus quase mil anos de idade, o parque foi aberto ao público somente em 1928. O parque tem uma grande área verde e construções muito bonitas, mas o diferencial para nós é o mirante que fica no ponto mais alto do parque, de lá tem-se uma vista privilegiada da Cidade Proibida:

Beijing (3n) – Xian (2n) – Shanghai (2n) – Guilin (1n) – Guangzhou (1n)

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O parque Jing Shan fica localizado bem atrás da Cidade Proibida, então o ideal é fazer uma visita combinada aos dois. 

Beijing (3n) – Xian (2n) – Shanghai (2n)

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Beijing (3n) – Shanghai (2n)

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Pavilhão Wanchun

Dentro do pavilhão Wanchun existe um enorme Buda dourado onde os visitantes fazem oração e deixam flores.

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Parque Jing Shan

Jing Shan quer dizer Colina da Vista ou da Paisagem. Ao subir as longas escadas e chegar no pavilhão Wanchun, o pavilhão central do parque, é possível ter uma vista incrível da Cidade Proibida, de Pequim e do Parque Bei Hai.

Vista Cidade Proibida

Vista Parque Bei Hai Vista Pequim

Existem ainda a figura dos dragões chineses que acreditavam oferecer proteção e boa sorte, além dos guardiões do telhado que acreditavam oferecer proteção.

Beijing (3n) – Xian (2n) – Guilin (2n) – Shanghai (2n)


Os detalhes arquitetônicos são inconfundíveis. Os traços, as cores e o simbolismo fazem da Cidade Proibida um rico acervo histórico da civilização chinesa.

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Beijing (3n) – Xian (2n) – Shanghai (2n) – Guilin (2n)

Fonte: Internet / Roteiros: Chinatur



segunda-feira, 8 de maio de 2017

Turismo na China por Beijing para mesclar entre a Tradição e a Inovação

Beijing possui um dos cartões postais mais conhecidos do mundo: a Cidade Proibida, além de outras atrações, como, por exemplo, a Praça da Paz Celestial e o Templo dos Céu. Por tudo isso, vale muito a pena dar uma passada por lá!
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Cidade Proibida
Beijing (3n) – Xian (2n) – Shanghai (2n) – Guilin (1n) – Guangzhou (1n)
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                    Praça da Paz Celestial                                                 Templo do Céu
Beijing (3n) – Xian (2n) – Shanghai (2n)
Beijing (北京), em mandarim, tem sido a capital da China desde o século XV. Seu nome significa “capital do Norte”. Hoje, é a segunda maior da cidade do país, atrás apenas de Shanghai, e mescla a tradição com a inovação de uma economia em rápido desenvolvimento. Assim, você vai encontrar desde gigantes arranha-céus até os tradicionais hutongs, ruas estreitas da época medieval.
Imagens de Beijing:
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Grande Muralha da China
A Grande Muralha da China é uma das “Oito Maravilhas do Mundo” e está inscrita na Lista do Patrimônio Mundial. O monumento abrange cinco províncias de Pass Shanhaiguan, no leste de Jiayuguan. No centro da cidade, é possível subir o lado norte ou o sul da muralha da Grande Muralha.
Também vale a pena ver uma das apresentações da Ópera de Pequim, um dos tesouros culturais do país, que reúne em um único espetáculo dança, música, teatro e acrobacias, tudo isso feito no dialeto da cidade.

O Pato de Pequim

Por último, mas não menos importante, viajar para a China, mais especificamente a sua capital, e não provar sua culinária seria uma viagem perdida, sendo que há muitas comidas interessantes para se conhecer. Dentre elas, o prato mais famoso é o Pato de Pequim, Běijīng kǎoyā (北京烤鸭), em mandarim.
pequim
Fonte: ChinaLink