Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador confúcio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador confúcio. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

China irá propor a inclusão da cozinha da família Confúcio como patrimônio cultural imaterial da Unesco



  QUFU,Shandong,19 de outubro (Diário do Povo Online) - A China está preparando uma proposta para que cozinha da família do antigo filósofo Confúcio (551-479 aC) seja incluída na lista de patrimônio cultural imaterial da humanidade da UNESCO. O anúncio foi feito ontem (18) por especialistas da culinária chinesa na cidade de Qufu, cidade natal de Confúcio, no leste da China.

A cozinha da família Confúcio se desenvolveu como resultado das frequentes visitas de imperadores, altos funcionários e outros convidados ilustres chineses à casa de Confúcio. Muitos banquetes, cerimônias e comemorações reais foram celebradas ali, dando à família a oportunidade de desenvolver o seu próprio estilo culinário.

O banquete mais complexo da cozinha da família de Confúcio conta com 196 pratos, incluindo seis pratos frios como como pepino do mar refogado. Os pratos são servidos em um tipo especial de porcelana prateada e a etiqueta e as maneiras de se apreciar os pratos têm sido transmitidas pelos descendentes de Confúcio ao longo de mais de 2 mil anos.


Templo de Confúcio
Na antiguidade, os chefs da Casa de Confúcio transmitiam suas habilidades na cozinha e as suas receitas apenas para os seus descendentes ou aprendizes. No entanto, especialistas acreditam que as receitas devem se tornar públicas para que sejam preservadas.

Confúcio é considerado um dos sábios mais influentes da China e algumas das suas ideias em relação aos alimentos tiveram um papel significativo no desenvolvimento da cultura gastronômica chinesa.


A cozinha da família de Confúcio foi declarada parte do patrimônio cultural imaterial nacional da China em junho de 2011.

Fonte: 




quarta-feira, 29 de abril de 2015

Estudos sobre os ensinamentos de CONFÚCIO




No pensamento confuciano podem ser observados três pilares que estão intimamente ligados e indissociáveis: o aprender, a potencialidade humana e o espírito ritual. O ser humano aprende pela sua capacidade intrinsecamente existente em sua natureza, capacidade essa que não tem limites, e essa potencialidade é alcançada com o espírito ritual. Dessa forma, podemos falar de “uma aposta universal no homem e de um otimismo inato a respeito do homem” (2008, Cheng, p.67) no discurso de Confúcio.

Xunzi construiu o seu discurso sobre a natureza humana através de uma elaborada
argumentação, que mesclando elementos moístas, dos lógicos e dos legistas, nutriu a
tradição confuciana de uma forte fundamentação, que os legitimou durante vários séculos
como visão política oficial na China.

Para além do legado de Xunzi na China, esperamos com este artigo, proporcionar
aos estudiosos na natureza humana e da cultura, uma contribuição para seus estudos, ao
refletir sobre como um pensador pouco conhecido, proveniente de uma cultura vista como
tão distante da Ocidental, estudou as questões referentes à cultura.

Observamos que as constatações de Xunzi quanto ao que constitui a natureza
humana e a cultura, como seu conceito de fabricação, carregam um grande potencial como
referencial teórico para os estudos culturais. Esperamos ter “aberto portas” para outras
pesquisas sobre Xunzi ou baseadas em Xunzi.

Se você se interessa pela ética e valores da China, contate o Matheus que é um estudioso do assunto, no link e também no seu e-mail:


Contato: matheusskt@hotmail.com