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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

CIIE conecta empresas brasileiras com plataformas e-commerce chinesas


SHANGHAI, 9 de nov  - A Exposição Internacional de Importação da China (CIIE, na sigla inglesa) ajudou a abrir caminho para as empresas brasileiras entrarem no mercado chinês via plataformas de comércio eletrônico.
Durante a expô, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações (APEX) assinou acordos com o Alibaba.com e o Tmall.com para facilitar às empresas brasileiras a entrada ao mercado chinês.
As empresas envolvidas podem receber treinamento técnico em posicionamento estratégico, bem como descontos em custos de manutenção.
Marcia Nejaim, diretora de negócios da Apex afirmou que 500 empresas brasileiras deverão dar entrada no mercado chinês via plataformas de comércio eletrônico.
A Apex irá providenciar mais informação e apoio para ajudar as empresas que queiram desenvolver produtos de qualidade que se adequem à demanda dos consumidores chineses, segundo Nejaim.
Nos primeiros dias da CIIE, cerca de 30 empresas brasileiras visitaram a sede do Grupo Alibaba em Hangzhou, para estudarem formas de conseguir atingir sucesso no Tmall.com e em outras plataformas. 
Fonte: Diário do Povo Online

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

OMC publica versão de 2018 do Relatório do Comércio Mundial na CIIE


SHANGHAI, 7 de nov - A China apoia firmemente a Organização Mundial do Comércio (OMC), e está preparada para unir forças com outros membros no sentido de tornar a instituição “mais produtiva e eficiente”, disse Wang Shouwen, vice-ministro do Comércio da China e vice representante do comércio internacional da China na segunda-feira.
Wang abordou o tema durante uma coletiva de imprensa para assinalar o lançamento da versão chinesa do Relatório do Comércio Mundial 2018 da OMC, durante a Exposição Internacional de Importação da China (CIIE), em Shanghai.
“O Relatório do Comércio Mundial 2018 examina como as tecnologias digitais estão transformando o comércio global”, referiu Roberto Azevedo, diretor-geral da OMC.
“Internet das Coisas, inteligência artificial, impressão 3D e blockchain têm o potencial de transformar a forma como fazemos comércio, quem faz comércio e o que é transacionado”, escreveu Azevedo no relatório.
De acordo com o relatório, o avanço das tecnologias digitais irá também acarretar mudanças na estrutura do comércio.
“Além de reduzir o comércio de bens, as tecnologias digitais podem também facilitar o comércio de serviços, bem como a introdução de novos serviços”, menciona o relatório, o qual prevê que a percentagem dos serviços no comércio poderá crescer dos 21% para os 25% até 2030.
Enquanto isso, o relatório revela o impacto dos avanços tecnológicos no corte dos custos do comércio.
“Entre 1996 e 2014, os custos do comércio internacional caíram em 15%”, disse Robert Koopman, diretor da Divisão de Pesquisa e Estatísticas Econômicas. A inovação tecnológica desempenhou um papel importante, afirmou Koopman, que concluiu que existe potencial para ir mais além.
O relatório afere que a queda dos custos do comércio pode ser especialmente benéfica para micro, pequenas e médias empresas.
“A fatia dos países em desenvolvimento no comércio global poderá crescer de 46% em 2015 para os 57% em 2030”, conclui Koopman.
Fonte: Diário do Povo Online

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Xi Jinping: Papel comercial de Shanghai é fundamental

O centro financeiro da China irá adotar “passos sólidos e criativos” para ajudar no investimento
SHANGHAI, 6 de nov  - A China irá capitalizar no papel de Shanghai e regiões circundantes para a abertura do país, segundo afirmações do Presidente Xi Jinping durante a cerimônia de abertura da Exposição Internacional de Importação da China (CIIE, na sigla inglesa), na capital econômica chinesa, na segunda-feira.
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Beijing (3n) – Xian (2n) – Shanghai (2n)
A Zona Piloto de Livre Comércio da China (Shanghai) será expandida, disse Xi, acrescentando que o país irá encorajar e apoiar “passos sólidos e criativos” por parte do município para avançar com a liberalização do investimento e comércio, de modo a que mais das suas práticas bem-sucedidas possam ser replicadas em outras partes da China.
A zona de livre comércio é a primeira do seu tipo no país, abrangendo uma área de 120km2.
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Shanghai (2n) – Beijing (3n)
Shanghai irá também receber apoio para cimentar sua posição como um centro financeiro internacional e polo de inovação científica. O governo deverá auxiliar as instituições fundamentais e o seu mercado de capital, de acordo com Xi.
Uma nova plataforma de comércio para empresas de inovação científica e tecnológica será lançada em Shanghai, bem como um sistema experimental de registro para concursos públicos, afirmou.
“Iremos apoiar o desenvolvimento integrado da foz do rio Yangtzé”, prosseguiu o presidente. “Faremos dele uma estratégia nacional e implementaremos a nossa nova filosofia de desenvolvimento na sua plenitude”.
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Beijing (3n) – Xian (2n) – Guilin (2n) – Hangzhou (2n) – Suzhou (1n) – Shanghai (2n)
O presidente afirmou que o aprofundamento da integração é parte do plano nacional de melhorar a reforma e abertura do país, juntamente com a iniciativa do Cinturão e Rota, desenvolvimento coordenado da região Beijing-Tianjin-Hebei e o desenvolvimento do cinturão econômico do rio Yangtzé e da baía Guangdong-Hong Kong-Macau.
Denis Depoux, CEO da filial chinesa da consultora global Roland Berger, afirma que a integração da foz do rio Yangtzé enquanto estratégia nacional será determinante para Shanghai. “Terá um efeito positivo na economia da cidade”, vincou.

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“Isto, combinado com o aprofundamento da expansão da zona de livre comércio e com o apoio a um mercado de ações com base na inovação, irá criar novas oportunidades no setor de infraestruturas, bem como estabelecer Shanghai como um centro tecnológico”, disse.
Pan Jianjun, porta-voz do grupo Bright Food, disse que a empresa se sente encorajada pela decisão do governo de estabelecer novas áreas na Zona de Livre Comércio de Shanghai.
 “Este passo irá ajudar a Bright Food a chegar ao vasto mercado além-fronteiras e facilitar o financiamento e investimento externos, deste modo respondendo à demanda de produtos estrangeiros dos consumidores chineses”, disse Pan.
Algumas empresas estrangeiras, incluindo a Volvo, disseram que tomaram a decisão correta ao estabelecer a sua sede para a Ásia-Pacífico em Shanghai.
 “Esta iniciativa proposta pelo Presidente Xi irá facilitar o desenvolvimento da Volvo na China e na região da Ásia-Pacifico e o desenvolvimento global da marca”, afirmou Michel Zhao, vice-presidente do departamento de comunicação da Volvo Car Asia Pacific. 
Fonte: Diário do Povo Online

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

CIIE reforça poder de consumo da China no palco global


SHANGHAI, 5 de nov  - Garantir que as suas exposições brilham na primeira Expo Internacional de Importações da China (CIIE, na sigla inglesa), realizada em Shanghai, está no topo da agenda dos executivos estrangeiros que chegam à cidade.
"A CIIE não só fornece uma plataforma para as empresas multinacionais apresentarem os seus produtos, como é também uma excelente plataforma para governos, empresas, instituições e até mesmo consumidores se conectarem e trocarem ideias", afirmou Jerry Liu, presidente da Cargill na China
Medida concreta
O CIIE é uma medida concreta da China para promover uma maior abertura, agora que transita de maior exportador mundial de bens para maior importador.
O Ministério do Comércio anunciou no sábado que mais de 100 novos produtos e tecnologias serão lançados durante o evento, sendo alguns exibidos ao mundo pela primeira vez na CIIE.
A China importará 24 trilhões de dólares de mercadorias nos próximos 15 anos, segundo Wang Bingnan, vice-ministro do Comércio.
A exposição revela a determinação da China em se abrir mais ao mundo, num período em que a globalização econômica tem sido ameaçada, o sistema multilateral de comércio é desafiado e o protecionismo aumenta gradualmente, afirmou Gao Yan, presidente do Conselho Chinês para a Promoção do Comércio Internacional.
Expo para todos
Além de oferecer oportunidades às empresas dos países do G20 para diversificar ainda mais os canais de mercado na China, a CIIE recebe também mais de 30 dos 44 países menos desenvolvidos do mundo.
"As empresas globais estão ansiosas por aprofundar o potencial de mercado da China a um novo patamar, já que o país continuará sendo o maior motor de consumo do mundo para muitos produtos, commodities e serviços", disse Chen Wenling, economista-chefe do Centro de Bolsas Econômicas da China.
Vários líderes empresariais afirmaram que a crescente demanda da China por produtos importados e serviços proporcionará uma oportunidade histórica para as empresas globais entrarem no seu enorme mercado a longo prazo.
Fonte: Diário do Povo Online