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quinta-feira, 30 de abril de 2026

O NOVO PLANO QUINQUENAL E O PRÓXIMO SALTO BRASIL-CHINA

🌏 O NOVO PLANO QUINQUENAL DA CHINA (2026–2030)

Diante da evolução das prioridades chinesas e de um mundo em transição, identifica-se caminhos estratégicos para ampliar a cooperação bilateral, com destaque para inovação, transição energética e resiliência econômica

O chamado 15º Plano Quinquenal da China é o documento que define as prioridades do país para os próximos cinco anos. Ele não é apenas um plano econômico — é praticamente um mapa de longo prazo para o futuro da China.

O Plano projeta investimentos anuais em inovação superiores a 3% do PIB, com foco especial em semicondutores verdes, hidrogênio, armazenamento de energia e redes inteligentes.”


Principais pilares do novo plano

  • Inovação tecnológica (IA, semicondutores, energia limpa)
  • Economia mais sustentável e verde
  • Fortalecimento do consumo interno
  • Segurança econômica e cadeias produtivas
  • Nova urbanização e desenvolvimento rural equilibrado
No plano político, a palavra-chave é resiliência, entendida como a capacidade da China de minimizar choques adversos decorrentes da atual volatilidade das relações internacionais.”

A China está deixando de depender tanto de exportações baratas e passando para um modelo de alta tecnologia + mercado interno forte.

Importações de motocicletas e bicicletas elétricas chinesas mais do que dobram

 As importações brasileiras de motocicletas e bicicletas elétricas de origem chinesa cresceram 128% no primeiro trimestre de 2026, alcançando US$ 37,6 milhões. A China continental foi a principal origem desses produtos, com participação de 91%, seguida por Taiwan (5%) e Hong Kong (3%), evidenciando um mercado amplamente dominado por fornecedores chineses.

 Importações de painéis solares atingem o menor nível no primeiro trimestre 

As importações brasileiras de painéis solares de origem chinesa atingiram o menor nível no primeiro trimestre desde 2023, totalizando US$ 232 milhões — uma queda de 58% em relação ao mesmo período do ano anterior, com redução praticamente na mesma proporção em termos de volume. Apesar dos aumentos nos desembarques nos primeiros trimestres de 2024 e 2025, o valor das transações em dólares vem caindo de forma ininterrupta, refletindo a redução dos preços dos produtos da categoria. Ainda assim, a China segue como principal fornecedora do Brasil, com participação de 97%.



O “PRÓXIMO SALTO” DO BRASIL-CHINA

Aqui entra a parte mais interessante para nós.

A relação entre Brasil e China já é uma das mais importantes do mundo:

Para o Brasil, esse é talvez o dado mais estratégico: uma China que consome mais e diversifica seu consumo é uma China que importa de forma diferente.

  • A China é o maior parceiro comercial do Brasil
  • Os dois países fazem parte dos BRICS e do G20
  • Existe complementaridade econômica forte (Brasil exporta commodities, China tecnologia e indústria)

Mas o novo plano chinês indica uma mudança de nível nessa parceria.

O QUE MUDA NA PRÁTICA?

Mais oportunidades além das commodities

Antes:

  • Soja, minério de ferro, petróleo

Agora:

  • Alimentos premium e processados
  • Produtos sustentáveis
  • Agronegócio tecnológico
O novo Plano Quinquenal indica onde a China estará nos próximos cinco anos nas áreas de tecnologia, energia, finanças e governança global e, assim, onde residem as oportunidades concretas de parceria.

A classe média chinesa pode ultrapassar 800 milhões de pessoas, ampliando a demanda por qualidade


Energia e sustentabilidade

A China quer liderar a economia verde.

➡️ O Brasil pode ganhar muito com:

  • Energia limpa (hidrelétrica, eólica, solar)
  • Biocombustíveis
  • Projetos ambientais

O volume exportado para a China é cerca de 4 vezes maior do que o volume exportado para os EUA, o segundo destino do petróleo brasileiro, o que indica a dimensão do mercado chinês.

Já existem iniciativas conjuntas em energia e clima entre os dois países (Brasil x China).


🛢️ Petróleo impulsiona recorde das exportações brasileiras para a China

Nos primeiros meses de 2026, o Brasil atingiu um marco histórico nas exportações para a China, e o grande protagonista foi o petróleo.

No 1º trimestre de 2026:

  • Exportações totais para a China: US$ 23,9 bilhões (recorde)
  • Crescimento: +21,7% em relação a 2025
  • Exportações de petróleo: cerca de US$ 7,2 bilhões
  • Alta do petróleo: quase +95%
Vendas do óleo bruto alcançaram máxima histórica de US$ 7,19 bilhões no primeiro trimestre. Do lado das importações, compras de carros híbridos plug-in e elétricos dispararam, somando US$ 1,23 bilhão

 Investimentos e infraestrutura

Com iniciativas como a Nova Rota da Seda (Belt and Road):

  • Portos
  • Ferrovias
  • Logística

➡️ O Brasil pode receber mais investimentos chineses para melhorar infraestrutura.

Tecnologia e inovação

O plano chinês foca em:

  • Inteligência artificial
  • Indústria avançada
  • Digitalização

Isso abre portas para:

  • Parcerias tecnológicas
  • Transferência de conhecimento
  • Startups e inovação no Brasil

Consumo interno chinês em alta

A estratégia de “dupla circulação” fortalece o mercado interno.

➡️ Resultado:

  • Mais importações de produtos estrangeiros
  • Mais espaço para empresas brasileiras

Fontes:IA-Carta-Brasil-China_abril2026_Plano-Quinquenal/fotos:web

segunda-feira, 6 de abril de 2026

Hong Kong se torna 5ª maior entidade comercial do mundo no comércio de mercadorias

 


Algernon Yau, secretário de Comércio e Desenvolvimento Econômico do governo da Região Administrativa Especial de Hong Kong (RAEHK), afirmou na quinta-feira (2) que, no último ano, o comércio exterior de Hong Kong manteve-se resiliente e alcançou um resultado encorajador, tornando a cidade a quinta maior entidade comercial do mundo no comércio de mercadorias, atrás apenas do continente chinês, dos Estados Unidos, da Alemanha e dos Países Baixos.

De acordo com o relatório "Perspectivas e Estatísticas do Comércio Global", publicado pela Organização Mundial do Comércio, Hong Kong classificou-se como a quinta maior entidade comercial do mundo no comércio de mercadorias em 2025, subindo duas posições em relação a 2024. O comércio total de mercadorias registrou um aumento anual de 17,5%, atingindo 1.585 bilhões de dólares americanos, o que representa 3% do total mundial. 

Clique na imagem abaixo e viaje para Hong Kong com a Chinatur.

Yau observou que Hong Kong adota e apóia o livre comércio há muito tempo, tendo sempre defendido, o sistema multilateral de comércio baseado em regras, a fim de proporcionar aos parceiros comerciais um mercado previsível e transparente. Além disso, aproveitando as vantagens institucionais conferidas pelo princípio "um país, dois sistemas" e seu ambiente de negócios altamente internacionalizado, Hong Kong tornou-se uma das portas de entrada mais importantes e ágeis para negócios e comércio na região.

Yau afirmou que o relatório demonstrou que uma série de medidas implementadas pelo governo da RAEHK para a promoção do comércio, incluindo a expansão de redes econômicas e comerciais, a intensificação dos esforços para atrair empresas e investimentos, o aprofundamento dos laços com mercados internacionais, a exploração de mercados emergentes, o reforço do apoio às pequenas e médias empresas, a promoção da participação de Hong Kong na Iniciativa Cinturão e Rota e a abertura do mercado do continente chinês, produziram resultados frutíferos, permitindo que Hong Kong continue desempenhando um papel fundamental no comércio internacional.

Ele ressaltou que este ano marca o início do 15º Plano Quinquenal do país e que o governo da RAEHK também está elaborando o plano quinquenal de Hong Kong, buscando alinhar-se ativamente a ele. O governo da RAEHK continuará promovendo o comércio e a focar em prestar assistência adicional às empresas do continente em seu processo de internacionalização, utilizando Hong Kong como plataforma para explorar novas áreas de crescimento econômico, além de reforçar as medidas supracitadas, com o objetivo de cumprir seus papéis de "superconectora" e "superagregadora de valor".

Fonte: Diário do Povo Online

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segunda-feira, 17 de novembro de 2025

China em abertura acelerada: um motor de estabilidade e crescimento global

 


O desenvolvimento da China não pode se desvincular do mundo, e a prosperidade global também precisa da China. Abertura, cooperação e benefício mútuo são uma chave para compreender a modernização chinesa.

Em 10 de novembro, a 8ª Exposição Internacional de Importação da China (CIIE) foi encerrada em Shanghai. Como a primeira feira nacional do mundo voltada especificamente para importações — planejada pessoalmente pelo presidente Xi Jinping — o evento apresentou resultados impressionantes: US$ 83,49 bilhões em intenções de negócio anuais e 4.108 empresas de 138 países e regiões participaram, ambos números estabelecendo novos recordes históricos.

Já em 6 de novembro, Xi Jinping anunciou em Hainan que, em 18 de dezembro deste ano, o Porto de Livre Comércio de Hainan iniciará oficialmente o regime de operações alfandegárias especiais em toda a ilha, um marco importante da determinação da China em ampliar sua abertura de alto nível ao exterior.


Ao longo de oito anos de prática, as duas grandes iniciativas mostram resultados notáveis. A CIIE acumulou mais de US$ 500 bilhões em transações, tornando-se um bem público internacional compartilhado por todo o mundo, e alcançando o objetivo de “realizar cada edição melhor que a anterior e sempre com novidades”.

Já o Porto de Livre Comércio de Hainan avançou de “grande iniciativa” em sua conceção para se tornar uma “medida emblemática” com o regime de operações alfandegárias especiais em toda a ilha, progredindo de forma sólida rumo ao objetivo de se tornar “um portal importante para a abertura da China na nova era”.

O “potencial da China” vem do forte poder de crescimento de seu enorme mercado. O país já é o segundo maior mercado consumidor e importador do mundo. Com mais de 1,4 bilhão de habitantes, quase 50 trilhões de yuans em consumo anual e mais de 20 trilhões de yuans em importações, somados à expansão da classe média e ao surgimento de jovens consumidores, o ciclo interno torna-se ainda mais dinâmico.

A “atratividade da China” deriva de um ambiente estável e de serviços de alta qualidade. A China segue construindo um ambiente de negócios de nível internacional, com regras de mercado, governança legal e abertura global. O “Expresso da CIIE” da Alfândega de Shanghai permite que mercadorias cheguem do armazém aduaneiro ao local da exposição em apenas 35 minutos.


Uma China que avança com determinação na abertura de alto nível certamente injetará 

mais certeza e energia positiva no mundo. A confiança da China está se tornando 

a confiança do mundo. O futuro da China moldará profundamente o futuro global.

Fonte: Diário do Povo Online/fotos:yandex

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sexta-feira, 14 de março de 2025

O que impulsiona o crescimento econômico da China?

 Em 11 de março de 2025, a China encerrou as Duas Sessões, o evento político anual mais importante do país, atraindo grande atenção da mídia internacional sobre sua economia. Os dados demonstram que o país mantém um forte ritmo de crescimento.

Meta de Crescimento e Resiliência Econômica

O governo chinês prevê um crescimento do PIB de cerca de 5% em 2025, um nível alto entre as principais economias globais. A China destaca sua estabilidade institucional, grande mercado e empresas inovadoras como fatores que sustentam essa meta. Nos últimos anos, o país manteve um crescimento sólido: 4,5% ao ano entre 2020 e 2022, 5,2% em 2023 e 5% em 2024, mesmo diante dos desafios globais.

A economia chinesa continua evoluindo com novos setores e tecnologias. O valor da “economia das três novas áreas” (novas indústrias, novos modelos de negócios e novas formas de comércio) já representa mais de 18% do PIB.

A produção de veículos elétricos superou 13 milhões de unidades, mais de 60% da produção global. Além disso, os investimentos em pesquisa e desenvolvimento cresceram 8,3%, e o número de empresas com patentes inovadoras aumentou em 16,1%.

Políticas para Estimular o Consumo

Para alcançar a meta de crescimento, o governo aposta na ampliação da demanda interna. Entre as medidas estão políticas fiscais mais ativas, aumento do déficit público em 1% e um investimento de 300 bilhões de yuans em títulos especiais para modernizar bens de consumo. O objetivo é fortalecer o poder de compra da população, melhorar a oferta de produtos e criar um ambiente mais favorável ao consumo.

O mercado consumidor chinês segue em expansão. Em 2024, as vendas no varejo cresceram 3,5%, alcançando 48,8 trilhões de yuans. O país também impulsiona novas tendências de consumo digital, sustentável e tecnológico.

Abertura e Cooperação Global

Apesar dos desafios da globalização, a China mantém sua política de abertura econômica. O país quer expandir acordos comerciais, fortalecer o comércio exterior e atrair investimentos estrangeiros.

Em 2024, o crescimento chinês contribuiu com cerca de 30% da expansão econômica global. Além disso, a China zerou tarifas para produtos de países menos desenvolvidos, incentivando importações dessas nações.

Com um mercado interno dinâmico e uma abordagem cada vez mais aberta, a China busca consolidar seu papel no desenvolvimento global. Investir na China é o mesmo que investir no futuro.

Fonte: Diário do Povo Online/google

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sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

80% dos entrevistados estrangeiros confiam na perspectiva de desenvolvimento da China, mostra primeira pesquisa sobre imagem do país

 À medida que mudanças não vistas num século se aceleram em todo o mundo, o impacto da China está se tornando cada vez mais abrangente, profundo e duradouro. A atenção global sobre a China nunca foi tão ampla, profunda e focada como hoje.

(Global Times)

Como o mundo vê as mudanças na China? Quais são as perspectivas globais sobre o desenvolvimento da China? Como o resto do mundo percebe a imagem da China? Para encontrar as respostas a essas perguntas, o Global Times Institute lançou uma pesquisa com 51.332 entrevistados em 46 países.

Trata-se da pesquisa pública global com a maior escala, o maior tamanho de amostra e o design de questionário mais abrangente e aprofundado desde a fundação da República Popular da China.

A amostra da pesquisa inclui 14 países desenvolvidos e 32 em desenvolvimento, abrangendo países representativos de todos os continentes e todos os países do G20, BRICS e ASEAN, excluindo a China. A seleção dos entrevistados da pesquisa, a distribuição dos questionários e a coleta de dados foram conduzidas de acordo com os padrões da indústria.

Os métodos da pesquisa foram adaptados às circunstâncias específicas de cada país, empregando três abordagens: entrevistas presenciais (CAPI/PAPI), entrevistas telefônicas assistidas por computador (CATI) e pesquisas on-line em larga escala usando bancos de dados de amostra de membros (online).

Os entrevistados da pesquisa eram cidadãos comuns com idade entre 18 e 70 anos. Durante o processo de coleta de dados, certas limitações de cota foram aplicadas à composição da amostra com base nas características demográficas de cada país. A pesquisa foi conduzida de agosto a novembro de 2024. Um total de 51.332 conjuntos de dados de amostra válidos foram coletados.

A pesquisa revela que a força nacional abrangente da China e várias outras forças são geralmente avaliadas como "fortes/altas" pelos entrevistados internacionais. A força econômica do país tem a classificação mais favorável em 77%, seguida pela força da ciência e tecnologia (75%) e força financeira (72%).

A pesquisa também mostra que os entrevistados mais jovens têm uma avaliação mais alta da força da ciência e tecnologia da China.

Mais de 70% dos entrevistados de países africanos, países do BRICS, Oriente Médio e países em desenvolvimento acreditam que a força nacional geral da China é alta; essa proporção é de mais de 60% nos países da ASEAN e europeus, e mais da metade nos países desenvolvidos.

Na classificação do status internacional dos principais países, 20%, 27% e 17% dos entrevistados estrangeiros classificam a China em primeiro, segundo e terceiro, respectivamente. Com base em um método de cálculo abrangente, a China ocupa o segundo lugar. Os EUA estão classificados em primeiro, com 47%. Rússia, Japão e Reino Unido têm pontuações semelhantes. Uma porcentagem relativamente grande de entrevistados coloca a Rússia em terceiro lugar e o Reino Unido e o Japão em quarto lugar.

A pesquisa também descobriu que a maioria dos entrevistados internacionais tem uma perspectiva positiva em relação às perspectivas de crescimento econômico e potencial de desenvolvimento da China. Quase 80% dos entrevistados estrangeiros mostram confiança no desenvolvimento da China. Mais de 90% dos entrevistados estrangeiros acreditam que a economia da China continuará a crescer na próxima década, e quase 60% acreditam que a China é uma grande força motriz do crescimento econômico mundial.

Mais de três quartos dos entrevistados de países em desenvolvimento, Oriente Médio e países do BRICS esperam um crescimento mais rápido da economia chinesa. Em países africanos, essa proporção chega a 85%. Enquanto isso, na Europa e regiões da ASEAN, ela ultrapassa 70%. Nos países desenvolvidos, ela ultrapassa 60%.

Cerca de 60% dos entrevistados internacionais concordam que a reforma e abertura continuamente aprofundadas da China estão "na direção certa". Cerca de dois terços dos entrevistados acreditam que o futuro da economia chinesa é brilhante e tem grande potencial, enquanto cerca de 20% expressaram uma posição neutra.

Os países africanos têm a visão mais favorável (81%), enquanto a proporção de países do Oriente Médio, BRICS e em desenvolvimento excede 70%. Mais de 60% dos entrevistados de países europeus e da ASEAN acreditam que a economia chinesa é brilhante e tem grande potencial, enquanto mais de 50% dos países desenvolvidos têm a mesma visão.

Fonte: Diário do Povo Online    10.01.2025 10h54


segunda-feira, 4 de novembro de 2024

China será sempre uma importante oportunidade para o desenvolvimento mundial

 


A 7ª Expo Internacional de Importação da China (CIIE, na sigla em inglês) será realizada de 5 a 10 de novembro no Centro Nacional de Convenções e Exposições (Shanghai). Quase 3.500 empresas expositoras de 152 países, regiões e organizações internacionais se comunicarão cara a cara com centenas de milhares de visitantes profissionais, buscando cooperação aberta e compartilhando um futuro próspero.

Criada na nova era de aprofundamento abrangente da reforma e expansão da abertura da China, a CIIE, planejado e proposto pelo presidente chinês Xi Jinping, promove a profunda integração econômica da China e de outros países e promove a globalização econômica inclusiva.

A CIIE tornou-se uma janela para a construção de um novo padrão de desenvolvimento, uma plataforma para promover a abertura de alto nível e um produto público internacional compartilhado globalmente.

A 7ª CIIE demonstrará ao mundo a confiança, a determinação e as ações práticas da China para aprofundar ainda mais a reforma, promover o desenvolvimento de alta qualidade e promover a abertura de alto nível em commodities e expositores em negócios de investimentos, usar o novo desenvolvimento da China para oferecer novas oportunidades para o mundo, aumentar o consenso sobre a cooperação aberta e promover a construção de uma economia mundial aberta.

77 países e organizações internacionais participam da exposição nacional, com França, Malásia, Nicarágua, Arábia Saudita, Tanzânia e Uzbequistão servindo como países convidados. 3.496 expositores de 129 países e regiões participam da exposição empresarial, com o número de países e regiões e número de empresas ultrapassando a sessão anterior. 297 empresas de Fortune Global 500 e líderes do setor participam da exposição, com a área de exposição para atividades de intercâmbio cultural ultrapassando 32.000 metros quadrados, batendo um recorde. A atração magnética da CIIE continua aumentando.

A base e a chave do sucesso da CIIE reside na cooperação aberta. Apoiando-se nas vantagens do grande mercado da China, a CIIE funciona como uma plataforma para compras internacionais, promoção de investimentos, intercâmbios interpessoais e cooperação aberta, comércio de bens e serviços e intercâmbio de cultura e ideias.

A organização da CIIE pela China é uma iniciativa importante para abrir o seu mercado ao mundo. É uma ação prática para promover a construção de uma economia mundial aberta e defender a globalização econômica inclusiva. Somente reunindo o poder da abertura e da cooperação poderemos realizar coisas grandes, boas e de longo prazo e trazer um futuro brilhante ao desenvolvimento global.

A China é um importante parceiro comercial de mais de 150 países e regiões. Seu comércio total de mercadorias ficou em primeiro lugar no mundo durante sete anos consecutivos e o seu fluxo de investimento direto no exterior ficou entre os três primeiros do mundo durante 12 anos consecutivos.

Desde a reforma e abertura, a China embarcou num caminho de procura do desenvolvimento comum através da abertura. A CIIE é um exemplo vívido de que “quanto mais a China se desenvolver, mais aberta será”, testemunhando que a abertura do país asiático será cada vez maior.

Fonte: Diário do Povo Online    04.11.2024 16h21


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sexta-feira, 1 de novembro de 2024

Mais de 90% das empresas estrangeiras estão satisfeitas com o ambiente de negócios da China, diz pesquisa

 

Pista de testes da cidade da Volkswagen China Technology Company (VCTC) em Hefei, província de Anhui, no leste da China, em 16 de maio de 2024. (Foto: Xinhua)

Mais de 90% das empresas de capital estrangeiro na China estão satisfeitas com o ambiente de negócios do país, de acordo com uma pesquisa divulgada na quinta-feira (31).

A pesquisa, realizada no terceiro trimestre deste ano entre mais de 400 empresas estrangeiras, também revelou que cerca de 50% dos entrevistados disseram que acham o mercado chinês mais atraente, de acordo com Sun Xiao, porta-voz do Conselho Chinês para a Promoção do Comércio Internacional.

Foto aérea tirada em 22 de julho de 2023 mostra um armazém de produtos da Shougang Jingtang United Iron & Steel Co., Ltd. em Tangshan, na Província de Hebei, no norte da China. (Xinhua/Zhu Xudong)

Mais de 60% das empresas norte-americanas pesquisadas afirmaram que a atração do mercado chinês para investimento estrangeiro se torna mais forte, um aumento trimestral de 15,26%, afirmou Sun.

Sun disse que cerca de 20% das empresas estrangeiras pesquisadas planejam aumentar o investimento na China, um aumento trimestral de 2,07%.

Cerca de 54,76% das empresas estrangeiras pesquisadas escolhem aumentar o investimento na China expandindo as linhas de produção ou buscando a transformação digital.

Fonte: Diário do Povo Online    01.11.2024 11h15


terça-feira, 6 de fevereiro de 2024

Aeroportos de Beijing implementam novas medidas para facilitar aos estrangeiros realizar pagamentos na China

 A área de demonstração de serviços de pagamento para hóspedes estrangeiros no Aeroporto Internacional Capital de Beijing e no Aeroporto Internacional Daxing de Beijing foi lançada oficialmente na segunda-feira (5).

 Ela está vinculada às instalações de serviços de pagamento em vários cenários no aeroporto para fornecer aos visitantes estrangeiros na China a passagem de cartão bancário no exterior, pagamento por código QR, câmbio de moeda estrangeira, pagamento digital em RMB e outras experiências de pagamento diversificadas, abrangendo compras, restaurantes, transporte e outros cenários.

Entende-se que no final de janeiro deste ano, os dois principais aeroportos contavam com um total de 5 agências bancárias, 7 casas de câmbio autorizadas, 24 caixas eletrônicos e 2 caixas de câmbio de autoatendimento, alcançando cobertura total de aceitação de cartões bancários no exterior. Ao mesmo tempo, mais de 20 mil em dinheiro trocado foram disponibilizados aos comerciantes do aeroportos para facilitar pagamentos em dinheiro por parte de visitantes estrangeiros na China.

Atualmente, algumas pessoas estrangeiras na China enfrentam inconvenientes no pagamento, o que se deve em grande parte aos diferentes hábitos de pagamento entre a China e os países estrangeiros. Muitas pessoas estrangeiras na China ainda estão habituadas a utilizar cartões bancários e dinheiro para pagamento.

A pessoa responsável pelo Banco Popular da China afirmou que, a fim de dissipar as diferenças nos hábitos de pagamento entre a China e os países estrangeiros e garantir melhor a abertura de alto nível ao mundo exterior, o Banco Popular da China, juntamente com a Administração Estatal de Câmbio estabeleceu um grupo de trabalho especial para lançar um pacote de soluções de serviços de pagamento para pessoal estrangeiro na China.


Fonte: Diário do Povo Online

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