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quinta-feira, 8 de setembro de 2022

Ningxia tem se tornado uma importante região vitivinícola na China

 


A cerimônia de inauguração da segunda Exposição Internacional de Cultura e Turismo do Vinho foi realizada em Yinchuan, capital da Região Autônoma da Etnia Hui de Ningxia, no noroeste da China.

A exibição, que será realizada até 12 de setembro, traz um concurso internacional de vinhos, uma feira de comércio de vinhos, além de fóruns sobre construção da zona piloto e produção, cultura e turismo do vinho.


De acordo com o organizador, 797 variedades de vinho, provenientes de 43 regiões produtivas de 16 países, vão participar deste concurso, incremento de 25% ante o ano passado.

Cinquenta e quatro projetos de cooperação no valor total de 17,3 bilhões de yuans (US$ 2,5 bilhões) foram assinados na exposição, abrangendo a construção de vinícolas, cultura e turismo e vendas de vinho.


Ao longo dos anos, Ningxia tem se tornado uma importante região vitivinícola na China. Em julho do ano passado, foi criada a Zona Piloto Nacional Abrangente de Desenvolvimento Aberto para a Indústria da Uva e do Vinho, a primeira deste tipo na China, com o objetivo de transformar a região uma Bordeaux da China.

Um olhar por dentro de Ningxia – a capital do vinho da China

Dados mostram que a cobertura de vinhas em Ningxia atingiu 35 mil hectares em 2021, representando quase um terço do total do que é produzido no país. Há 116 vinícolas construídas na região, com uma produção anual de 130 milhões de garrafas. Outras 112 vinícolas estão em construção.

Em 2021, Ningxia registrou um aumento anual de 256% em suas exportações de vinho, apesar da pandemia.

Château Changyu–Moser XV ( chinês :张裕摩塞尔十五世酒庄) é uma vinícola perto de Yinchuan , na região vinícola de Ningxia, no noroeste da China. Chateau Changyu–Moser XV é também o nome do vinho produzido por esta propriedade.

Fontes: Agência Xinhua / Wikipedia

www.chinatur.com.br

sexta-feira, 1 de abril de 2022

Espanha: roteiro essencial para winelovers


 Dicas de vinícolas, restaurantes e passeios nas regiões de Ribera del Duero e Rioja


A Espanha é um verdadeiro paraíso para winelovers. Sua produção de vinhos está espalhada pelos quatro cantos do país, com uma diversidade ímpar. Porém, duas regiões se destacam como as grandes estrelas: 
Ribeira del Duero e Rioja.


A região de Ribera del Duero, casa dos famosos produtores Vega Sicília e Dominio de Pingus, cresceu exponencialmente desde seu reconhecimento como Denominação de Origem em 1982 e, hoje, é mundialmente reconhecida pelos seus vinhos tintos encorpados feitos da uva Tempranillo (também chamada de Tinto Fino ou Tinta del Pais).


Além dos vinhos espetaculares, Ribera é cortada por lindas paisagens e possui uma gastronomia de dar água na boca.  É de deixar qualquer apaixonado por vinho, perdidamente apaixonado.

A principal cidade da região se chama Valladolid. No entanto, é a cidade de Peñafiel ––a 2 horas de carro de Madri-– que costuma abrigar os amantes de vinho de plantão, devido à sua maior proximidade com os principais pontos de interesse.


Cada bodega tem sua história e seus encantos, mas nem todas aceitam visitas. As principais (e imperdíveis) bodegas abertas ao público são Abadía Retuerta, Aalto, Emilio Moro e Arzuaga.  Todas exigem agendamento prévio e seus horários de funcionamento variam dependendo da época do ano.

A visita na Abadia Retuerta é uma aventura. Após passear pelos vinhedos em um Jeep 4×4, você é surpreendido pelas artes e arquitetura da casa principal e, na sequência, pela tecnologia aplicada nos processos de elaboração dos vinhos. O passeio termina com uma degustação de vinhos maravilhosos. 


Desde a porta de entrada da Bodegas Aalto é possível perceber o projeto ambicioso que é desenvolvido no local, com arquitetura moderna e grandiosa. A visita guiada é breve e o grande destaque é a degustação dos dois principais rótulos da bodega, ambos magníficos. 

A bodega Emilio Moro tem o melhor wine bar da região, 

perfeito para passar algumas horas aproveitando vinhos excepcionais e vendo a vida passar. Enquanto a Arzuaga conta com o melhor restaurante, o estrelado Michelin Taller Arzuaga. O menu harmonizado é uma verdadeira experiência dos sentidos. 


Uma atividade cultural imperdível é a fascinante cidade de Aranda de Duero, que fica a 30 minutos de carro de Peñafiel e merece um dia de visita. Seu maior diferencial é o fato de ser permeada por túneis e adegas subterrâneas dos séculos XIII a XVIII, que podem ser visitados e proporcionam uma verdadeira viagem no tempo.

A 2 horas e meia de carro de Peñafiel está a cidade de Logroño, a principal cidade da região vinícola mais famosa da Espanha, a espetacular Rioja, casa de alguns dos produtores mais famosos do mundo, como Marqués de Riscal, Marqués de Murrieta, López de Heredia, dentre outros.


A região de Rioja despontou sua produção de vinhos no final do século XIX, quando, por causa da destruição dos vinhedos franceses pela praga filoxera, os mercadores se deslocaram para a Espanha em busca de vinhos. Não é à toa que as primeiras bodegas de Rioja foram fundadas perto de uma estação de trem (no chamado Barrio de la Estación), pois, assim que os vinhos ficavam prontos, eram diretamente despachados para venda.


Com o tempo, Rioja se expandiu e modernizou. Atualmente é muito bem estruturada, especialmente em termos turísticos. O contraste entre modernidade com a paisagem bucólica repleta de vinhedos é impressionante.


Fonte: /catracalivre.com.br/

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

COMBINAÇÃO DE CIÊNCIA E ARTE NA ELABORAÇÃO DO ESPUMANTE - CHANDON NO BRASIL


DESDE 1973

Localizada no nordeste do estado do Rio Grande do Sul, a 110 quilômetros de Porto Alegre, a pequena cidade de Garibaldi, onde nossa vinícola se localiza, é conhecida pela qualidade de suas uvas e pelo alto potencial para a elaboração de vinhos espumantes de qualidade.

Assim como a França tem na região de Champagne o terroir ideal para o nascimento de seus famosos champagnes, o Rio Grande do Sul tem nas serras sua vocação para os melhores espumantes.

ÚNICO NO BRASIL
Este potencial vinícola, aliado à cultura do vinho na região, levou a Chandon a escolher Garibaldi, em 1973, para implementar seus vinhedos e sua adega, elaborando espumantes de alta qualidade.

Em nossos vinhedos, são cultivadas variedades nobres das cepas
Chardonnay e Pinot Noir, a partir de mudas importadas da França e ali aclimatadas. O Riesling Itálico, já cultivado na região, foi melhorado e incorporado aos assemblages.

NOSSA HISTÓRIA

Em 1973 a Chandon do Brasil foi inaugurada em Garibaldi, no Rio Grande do Sul. Hoje, a empresa é líder absoluta no segmento de vinhos espumantes naturais de luxo e além de ter motivos de sobra para celebrar por aqui, a Chandon também é produzida na Argentina, Califórnia, Austrália, Índia e China.

O PERFEITO TERROIR

Uvas de qualidade são imprescindíveis para um bom vinho espumante natural. Elas só nascem com todo o esplendor em solo e climas favoráveis como em Garibaldi, uma pequena cidade do Sul do país, na qual está localizado nosso vinhedo, conhecida por suas uvas e pelo alto potencial para a elaboração de vinhos espumantes de qualidade.

POR QUE ESSA REGIÃO É BOA PARA A PRODUÇÃO DOS ESPUMANTES?

O microclima local, temperado e de noites frescas, possibilita a lenta maturação e desenvolvimento de bons níveis de açúcar e de acidez da fruta. Essas são características que, mais tarde, darão origem à fineza aromática e ao frescor do produto.

O VINHEDO

A uva é a alma do espumante. Por esta razão, a Chandon tira o máximo proveito de sua experiência e sua técnica para obter os melhores frutos. Em nossos vinhedos, são cultivadas variedades nobres das cepas Chardonnay e Pinot Noir, mudas importadas da França, e também o Riesling Itálico, já cultivado na região, que foi melhorado e incorporado aos assemblages.

A IMPORTÂNCIA DO VINHO BASE

Um grande vinho base é a chave para um bom vinho espumante natural, a explicação é simples: se ele for de boa qualidade, suas virtudes serão realçadas no produto. Por isso, o processo de vinificação é cauteloso e a busca pela perfeição nele é constante.

A ARTE DO ASSEMBLAGE

O assemblage tem como significado a harmonização de diversos vinhos de uma mesma região, geralmente de diferentes safras e variedades de uvas. Aqui temos um dos segredos da Chandon: o desafio de reunir o melhor de cada amostra e obter um conjunto de qualidade superior a dos vinhos individualmente. Sendo assim, o assemblage nada mais é que uma combinação de ciência e arte e não apenas de técnica.



NOSSO ENÓLOGO

Os enólogos – engenheiros agrônomos com cursos de pós-graduação específicos em vitivinicultura e enologia – são os artesãos dos vinhos. Para reforçar esses conhecimentos, nossos enólogos contam com constante intercâmbio com enólogos das várias adegas do grupo LVMH (Louis Vuitton Moët Hennessy), a multinacional francesa da qual a Chandon faz parte. Philippe Mével possui diploma de engenheiro agrônomo pela Escola Nacional Superior de Agronomia de Rennes e de enólogo pela Escola de Enologia de Montpellier.

CONSUMA CHANDON COM ESTILO, NÃO COM EXCESSO.

Fonte: chandon.com.br

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segunda-feira, 12 de outubro de 2020

VINÍCOLAS DO VALE DOS VINHEDOS - RS

 


As principais indicações e os motivos pelos quais estas empresas estão na lista das cinco vinícolas que merecem a visita. Saúde!


Quando falamos em Serra Gaúcha logo pensamos em vinho. Isso é super justificado, porque Rio Grande do Sul é responsável por cerca de 90% da produção dos vinhos e espumantes nacionais e a maior parte dessa produção acontece justamente na lá, Serra Gaúcha.


São inúmeras as opções de fazendas produtoras para conhecer. Com tamanha oferta, cada uma tenta se destacar oferecendo uma experiência diferente, mas conhecer todas elas é missão quase impossível, ainda mais em uma mesma viagem. 

Vale dos Vinhedos e Denominação de Origem

A Rota Uva e Vinho na Serra Gaúcha engloba uma outra região bem conhecida, principalmente pelos apreciadores de vinhos: o Vale dos Vinhedos. Essa área é formada por parte dos municípios de Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul e se destaca por ser a única região do país a ter o selo de “Denominação de Origem”.


Isso significa que os vinhos produzidos por ali passam por testes rigorosos de qualidade para receber essa certificação especial, que indica quando o produto é bom e tradicional.

A Vindima, época perfeita para a visita

A escolha do período para visitar as vinícolas é um ponto importante, porque dependendo da época do ano a experiência pode mudar totalmente 


O período é realmente muito valorizado e oferece experiências únicas e incríveis, e no Brasil acontece em fevereiro até o começo de março. Ah outra vantagem de viajar na vindima é que os vinhedos estão carregados de uvas graúdas e bonitas, prontas para serem colhidas


A melhores vinícolas do Vale dos Vinhedos e da Rota Uva e Vinho


-Vinícola Miolo

Miolo é uma das marcas de vinhos nacionais mais famosas e renomadas. Atualmente ela possui quatro locais de produção, sendo um no Vale do Rio São Francisco, dois na Campanha Gaúcha e um no Vale dos Vinhedos, o original.


Além da evidente qualidade e tradição na produção dos vinhos, a vinícola oferece também uma experiência completa para os visitantes, principalmente na época da vindima

.



Quem vai à Miolo pode conhecer os vinhedos, fazer uma degustação e, na época da vindima fazer a famosa pisa das uvas, método usado antigamente para fazer vinho. Hoje a pisa é só uma atração turística, mas uma bastante divertida e até mesmo terapêutica. Enquanto alguns visitantes se revezam na tina, outros podem aproveitar uma música e o merendim, um lanche caprichado oferecido aos visitantes.


Na Miolo tem ainda o Wine Garden, que é uma espécie de bar no jardim da vinícola. Ele funciona de sextas, sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h, ao longo de todo o ano. Lá são servidos vinhos, claro, além de alguns lanches e pratos.


Vinícola Luiz Argenta

 A vinícola oferece uma experiência super completa, principalmente durante a vindima ou a poda, que acontece em agosto.


Quem optar por um passeio completo poderá fazer um tour pelos vinhedos em uma espécie de caminhão de safári super bem equipado e interessante. O veículo leva até um ponto do caminho onde se desce para fazer a colheita das uvas, uma parada muito divertida!


Depois disso, o visitante faz uma degustação. O mais legal é fazê-la às cegas, na cave da vinícola. São quatro rótulos degustados em uma experiência guiada por um enólogo. O passeio termina com um almoço harmonizado no restaurante Clô, que fica no último andar da vinícola e tem uma vista linda da propriedade.


Vinícola Aurora


No resto do Brasil pode ser que a Aurora seja mais conhecida pelo suco de uva. No sul, no entanto, a cooperativa é uma das mais tradicionais produtoras de vinhos de mesa e finos da região.

Alguns fatores diferenciam bastante a Aurora das outras produtoras de vinho da região. A primeira e mais importante dela, é que o traço familiar, marcante em todas as outras vinícolas, é mais difuso na Aurora. Isso porque ela é, como eu disse ali em cima, uma cooperativa. Ao invés de apenas uma, atualmente 1056 famílias pequenas produtoras são as responsáveis pelo cultivo das uvas usadas para a fabricação dos sucos e vinhos. O próprio suco é outro fator interessante. Ele pode ser degustado na visita, assim como os vinhos, o que pode ser um ponto positivo para grupos com crianças ou pessoas que não bebem.


De 22 a 26 de outubro de 2020, a Chinatur está levando um grupo
muito divertido, para a Rota do Vinho, onde haverá muito alegria, degustação 
de vinhos, visitação nas Vinícolas, passeios turísticos e tudo isso guiado pelo
diretor da empresa, Sokan, entre em contato conosco que ainda temos
algumas vagas...........esperando por você!!!!!!
sokan@chinatur.com.br  ou whatsapp +5511 98149-5847

Rota de Vinho do Brasil  -  5 dias / 4 noites
Bento Gonçalves (3n) - Gramado (1n)


Vinícola Peterlongo


Como a Aurora, a Peterlongo também fica menos isolada do que a maior parte das vinícolas, o que facilita bastante o acesso. Além disso,  a visita na vinícola é uma das mais interessantes, porque eles têm uma espécie de museu muito bem organizado contando a história da Peterlongo, que já existe há mais de 100 anos.


Essa é a única vinícola fora da França que tem autorização de produzir champanhe. Essa denominação é exclusiva para certos espumantes feitos na região de Champagne, no país europeu, mas como a Peterlongo já fazia o espumante da mesma forma antes de ser concedida a exclusividade, ela ganhou na justiça o direito de continuar usando o nome.


Fonte: segredosdeviagem.com.br/