Abaixo alguns lugares que você poderá desfrutar, após essa impossibilidade de transitar pelo Mundo.



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| Confúcio declarou que a ordem era um requisito fundamental na sociedade
Sustentar essa ordem era acreditar na importância das relações hierárquicas.
Os súditos tinham de obedecer a seus governantes, filhos a seus pais e esposas, a seus maridos.
No entanto, Confúcio não queria que essa ordem fosse imposta pela força.
Ele achava que a sociedade deveria ser harmoniosa e as pessoas deveriam ser encorajadas em seu "autodesenvolvimento" para que pudessem aproveitar ao máximo sua posição.
O passado e a velhice
Segundo o pensamento de Confúcio, o estado moral de alguém não dependia de sua posição social.
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O pensamento confucionista glorificava o passado e a velhice venerada
Era possível, e de fato bastante provável, que houvesse bons camponeses ao mesmo tempo que um governante poderia ser perverso ou um aristocrata, cruel.
O pensamento confucionista também se diferenciava do pensamento moderno, na medida em que glorificava o passado e defendia a veneração da velhice.
"Eu sigo o Zhou", disse Confúcio, referindo-se à antiga dinastia que foi considerada uma "idade de ouro" perdida por gerações de governantes chineses.
O contrato
No centro do confucionismo há um contrato social: os governados deviam lealdade aos governantes, mas os governantes que não se importavam com o bem-estar do povo perderiam o "mandato do céu" e poderiam ser justamente derrubados.
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Confúcio nunca deu aos governantes uma licença para a opressão
Ao participar do "li" (que é frequentemente traduzido como "ritual", mas na verdade significa algo como "comportamento apropriado"), os humanos provaram ser civilizados, independentemente de sua origem, e podiam aspirar a se tornar "junzi" ("pessoas de integridade") ou mesmo "sheng" ("sábios").
Para isso, a educação era fundamental.
Fim de lucro
O pensamento confucionista mudou imensamente com o tempo.
O próprio Confúcio provavelmente não teria reconhecido a maneira como suas ideias foram adaptadas por governantes posteriores.
Apesar da ênfase na ética e na harmonia como a melhor maneira de governar um país, os governantes chineses também garantiram o monopólio do uso da força.
Confúcio desaprovava a busca do lucro como um fim em si, mas da dinastia Song (960 d.C. a 1279 d.C.) em diante, a China viveu uma revolução comercial, e no final do período imperial (1368 d.C. a d.C. 1912) até a ideologia oficial rendeu-se à lógica do lucro.
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Hoje, a China está buscando sua tradição para encontrar um núcleo moral para o século XXI
Os traços de Confúcio
O confucionismo não foi um conjunto monolítico de ideias por mais de 2.500 anos. No entanto, seus princípios básicos sustentaram o que significava ser chinês até meados do século XIX.
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A chegada de influências ocidentais, na forma de comerciantes de ópio e missionários, deu uma sacudida indesejada ao velho mundo do pensamento confucionista.
Na China contemporânea, o governo, que não está mais tão ligado à ideologia de Mao Tse-tung, está buscando a tradição chinesa para encontrar um núcleo moral para o século XXI.
O "professor número um", Confúcio, está novamente nos programas escolares.
Os valores de ordem, hierarquia e obrigação mútua permanecem tão atraentes no século XXI quanto no século 5 a.C.
Fonte: bbc.com/portuguese/brasil
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GUIYANG WORLD TRADE CENTER
Fonte: http://confuciomag.com/guizhou-la-suiza-oriente
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