Para analistas, a aceleração reforçará a confiança do governo para manter seu programa de reformas focado na transição para um modelo menos dependente de exportações e investimentos, sem recorrer a maiores estímulos.
"Uma desaceleração no quarto trimestre provavelmente reviverá os temores de um pouso forçado, mas é algo bem-vindo", observou a consultoria Capital Economics. "Prolongar o investimento movido a crédito é a última coisa que a China precisa agora".

Os números divulgados, mostram que o crescimento chinês entre julho e setembro, em relação ao mesmo período de 2012, foi a maior expansão deste ano, após avanços de 7,5 e 7,7% nos dois primeiros trimestres.
Para este ano, o governo chinês estabeleceu como meta crescimento de 7,5% do PIB para 2013, deixando claro que a era da expansão anual de dois dígitos ficou para trás.

Chineses visitam feira de imóveis em Shangai; PIB acelerou
Fonte: Folha de S. Paulo em 19/10/2013
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