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quinta-feira, 31 de março de 2016

Conhecendo o Japao com Ana Maria, diretora da Chinatur.

Paisagens exóticas, tradições milenares e o que há de mais moderno em tecnologia: as atrações do Japão são tantas e tão variadas que é difícil decidir o que ver primeiro. Viajar no arquipélago é superseguro, e o país conta com um dos melhores, mais rápidos e pontuais sistemas de transportes do mundo.

As diferenças, por vezes chocantes, são o que fascinam no Japão. As ruas são limpíssimas, mas raramente se encontra uma lata de lixo pelas cidades (cada um anda com o seu lixo no bolso). 
A cada ano, as facilidades para os estrangeiros no Japão têm melhorado com o aumento do número de placas em alfabeto romano e de centros de informação em inglês e outras línguas, especialmente em Tóquio. Ao sair da capital, porém, a infraestrutura para o turista internacional ainda é limitada. 
SUGESTÃO DE ROTEIRO
A dupla Tóquio e Kyoto é a essência da cultura japonesa. Próximos a eles estão passeios de bate e volta imperdíveis, como as cidades históricas de Nara, Kakamura e Nikko. Para quem tem um pouco mais de tempo, vale conhecer o Parque da Paz em Hiroshima, os Alpes Japoneses (sede dos Jogos de Inverno de 1998 e com trekkings belíssimos no verão) e as ilhas do arquipélago de Okinawa.
COMO CIRCULAR
O sistema de transporte público no Japão é um dos melhores e mais eficientes do mundo. Entre uma cidade e outra, trens modernos e confortáveis viajam a até 300 km/h, cobrindo uma extensa malha de linhas de norte a sul. 





Do fim de março a meados de abril o Japão todo se anima com a floração das cerejeiras, glicínias e ameixeiras. 
O ESSENCIAL
É necessário ter visto para visitar o Japão. 
A moeda oficial é o iene. Nem todos os restaurantes e lojas aceitam cartões de crédito, mesmo os internacionais;
A língua oficial é o japonês.  As estações de trem e metrô de Tóquio, Kyoto e Hiroshima são bem sinalizadas com informações em inglês. Nas outras cidades, geralmente está tudo em hiraganá ou kanji (os ideogramas japoneses);
São 12 horas de diferença no fuso horário.
A internet em todo o país é rápida e eficiente: a comunicação não é problema. 
O país é um dos mais seguros do mundo
CIDADES
Tóquio
Na capital, tudo está em permanente mutação. Caso de Omotesando, uma tranquila avenida residencial, que se tornou em pouco tempo uma badalada via comercial. O bairro de Marunouchi, onde fica a Estação Tóquio, o principal ponto de transporte ferroviário, também renovou-se e agora abriga moderníssimos edifícios comerciais, muitos restaurantes, lojas descoladas e cafés charmosos. 
Portal Kaminari-mon, no templo Sensoji, em Asakusa, Tóquio
Outras grandes atrações são a concorrida Tokyo Disneyland e a torre Tokyo Skytree, de 634 metros de altura, considerada o novo cartão-postal. E a cidade ainda guarda preciosos restaurantes – caso do Narisawa (narisawa-yoshihiro.com), o melhor da Ásia em 2013 segundo a revista Restaurant.


Kyoto
Nenhuma outra localidade do Japão resume o espírito e a cultura nipônicos de forma tão definitiva. Sim, templos budistas, santuários xintoístas e palácios da corte imperial são paradas obrigatórias, mas, para muitos, o melhor está nos detalhes cotidianos.

Kyoto, Japão
Hiroshima
Hiroshima, JapãoEsta seria apenas mais uma pacata cidade industrial se não fossem os eventos de 6 de agosto de 1945. .
Vale muito a pena conhecer (e sentir) o Museu e o Parque da Paz, além dos monumentos dedicados às vítimas do atentado. Não longe dali, na ilha de Miyajima, está o Santuário de Itsukushima, célebre por seu portal flutuante.


Alpes Japoneses
As montanhas do Japão central. Utilize a cidade de Matsumoto como base para explorar a região. No caminho estarão as encostas nevadas de Hakuba, sede das competições de esqui dos Jogos Olímpicos de 1998, o dramático passo Norikura e a simpática Takayama, na província de Gifu, um dos destinos mais aprazíveis do país.
Okinawa
Higashi Hennazaki, Ilhas Miyako, Okinawa, JapãoÉ pra cá que os japoneses vêm no verão para curtir uma praia. E que praia. O mar de Okinawa é transparente  – dá pra ver peixinhos coloridos até na parte rasa –, talvez por causa de sua areia grossa (em alguns trechos, ela é branquinha, em formato de estrela). Naha, a capital, parece uma cidade do Sudeste Asiático, com habitantes mais morenos, baixinhos e com olhos maiores que os do continente. Há vários resortões na costa okinawana, que tem praias de mar calminho. E as ilhas de Kerama, Iriomote, Ishigaki e Miyako fazem a alegria dos praticantes de kitesurfe, mergulho e windsurfe.

Fonte: Guia 4 Rodas

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