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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

17/02/2022 - Notícias da China

 COI elogia medidas de prevenção e controle da Covid-19 em Beijing 2022


Dois resultados positivos de Covid-19 relacionados aos Jogos Olímpicos de Inverno de 2022 foram relatados na terça-feira, um no teste de chegada e outro no circuito fechado, segundo anunciou o Comitê Organizador de Beijing 2022 (BOCOG), na quarta-feira.

O Comitê Olímpico Internacional (COI) elogiou a prevenção e o controle da pandemia nos Jogos, em que não foram registrados mais de 10 novos casos dentro do circuito fechado desde 6 de fevereiro.

"Acho que às vezes nos esquecemos que estamos realmente numa pandemia. E estamos hospedando provavelmente uma das competições ou eventos internacionais mais complexos do mundo com muito sucesso", disse o porta-voz do COI, Mark Adams. "Portanto, não somos complacentes. Os Jogos ainda não terminaram".

Huang Chun, vice-diretor-geral do Escritório de Prevenção e Controle de Pandemia do BOCOG, atribuiu o controle efetivo às contramedidas científicas e práticas introduzidas, ao ajuste oportuno das contramedidas e à plena cooperação de todos.

"Estamos observando muito poucos casos positivos confirmados. Estamos tomando medidas muito rigorosas contra a Covid-19", disse. "Os Jogos ainda estão decorrendo e estamos otimistas, mas ainda precisamos ter muito cuidado. O sucesso das contramedidas significa o sucesso dos Jogos".

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Jornalistas estrangeiros cobrindo Beijing 2022 experienciam a cultura chinesa


"Existem muitas culturas chinesas em um país tão grande em comparação com a Europa. É uma cultura muito rica. É muito diversificada. É algo a ser descoberto para todos no mundo", disse um jornalista dos Jogos Olímpicos de Inverno da Europa após visitar a magnífica estrutura.


Além do passeio pela Grande Muralha, jornalistas estrangeiros também foram convidados a degustar comida chinesa.


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Iniciativa do Cinturão e Rota ajuda a preencher lacuna de desenvolvimento deixada pelo Ocidente


A Iniciativa do Cinturão e Rota está atendendo a "enormes necessidades" de infraestrutura na África e em outros lugares do mundo, em um período em que os Estados Unidos e os países europeus não estão dispostos a fazê-lo, disseram especialistas norte-americanos, pedindo ao Ocidente que impulsione seus investimentos.

Os críticos da iniciativa levantaram preocupações sobre o potencial impacto nos países anfitriões, mas Jennifer Hillman, membro sênior do Conselho de Relações Exteriores, disse que as pessoas devem entender o contexto de que a China está "preenchendo uma tremenda necessidade no mundo, uma necessidade que nós e outros não estávamos dispostos ou capazes de preencher".

"A África fica atrás de todas as outras regiões do mundo quando se trata de disponibilidade e funcionalidade das infraestruturas. Quase 600 milhões de pessoas não têm acesso à eletricidade na África e 300 milhões de pessoas estão a mais de 50 quilômetros de qualquer instalação de cabos para a internet. Por isso, há uma enorme ausência de infraestruturas", afirmou W. Gyude Moore, membro sênior de políticas do Centro para o Desenvolvimento Global no webinar.

Na década de 1970, os EUA começaram a se afastar da construção de infraestruturas e se concentraram em saúde e educação, disse Moore. "Como os EUA exercem uma influência tão significativa, seja no Banco Mundial, no Banco Asiático de Desenvolvimento ou em qualquer outro lugar, essa mudança na política dos EUA começou a se refletir nos empréstimos multilaterais para o desenvolvimento", acrescentou.

"Quando a China entrou em cena, havia uma enorme lacuna", disse Moore, que estima a diferença entre US$ 68 bilhões e US$ 180 bilhões por ano.

De acordo com um novo estudo do Centro para o Desenvolvimento Global, os bancos de desenvolvimento da China emprestaram mais que o dobro para projetos de infraestrutura público-privada na África Subsaariana do que as instituições financeiras de desenvolvimento dos EUA, Alemanha, Japão e França juntas.

Entre 2007 e 2020, o China Exim Bank e o China Development Bank forneceram US$ 23 bilhões em financiamento, enquanto todas as outras grandes instituições financeiras de desenvolvimento combinadas forneceram US$ 9,1 bilhões.

Fonte: Diário do Povo Online

www.chinatur.com.br

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